#069 – Lula é quem mais tem potencial de votos para 2022

As cartas estão na mesa para as eleições presidenciais de 2022. O jornal Estado de São Paulo trouxe neste domingo uma pesquisa feita pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) que mostra o potencial de voto de dez possíveis candidatos presidenciais para o próximo pleito.

Nesta pesquisa, em vez de apresentar uma lista de candidatos e pedir para que o entrevistado aponte o seu favorito, o instituto cita o nome de cada possível concorrente e pergunta se o eleitor votaria nele com certeza, se poderia votar, se não votaria de jeito nenhum ou se não conhece o suficiente para responder. 

Como você já viu no título, o ex-presidente Lula lidera o ranking.

50% dos entrevistados disseram que “votariam com certeza/poderiam votar” em Lula, a maior fatia entre todos os nomes analisados. Outro ponto muito importante é notar que, dentre todos, o petista é quem tem a menor rejeição: 44% não votariam de jeito nenhum. Se pegarmos quem votaria e quem não votaria, o petista tem um saldo positivo.

O segundo candidato com o maior potencial de voto é o atual presidente Jair Bolsonaro com 38% – e ele é o 4º mais rejeitado: 56%. Aqui, a diferença é grande entre o potencial e a rejeição, dando um sinal negativo ao capitão.

O ex-ministro Sérgio Moro é o terceiro colocado, com 31% de potencial. Sua rejeição é de 50% – acima do psolista Guilherme Boulos (49%), por exemplo. Moro despencou e murchou: ele perdeu todo o apoio bolsonarista; os lavajatistas sumiram; a Lava-Jato acabou; está cada vez mais claro a parcialidade da operação. Ao que tudo indica, Moro se perdeu pelo caminho.

Luciano Huck tem 28% de potencial de voto, seguido pelo petista Fernando Haddad (27%), o ex-ministro Ciro Gomes (25%) e pela ex-ministra Marina Silva (21%).
Importante pensarmos em alguns pontos:

ex-ministra Marina Silva (Rede) é quem mais tem rejeição. Por quê? Confesso que não tenho certeza absoluta, mas algo me diz que é pela inércia dela, pela falta de comprometimento e de atitude. Muita gente sempre a criticou pela falta de posicionamento e, talvez num cenário tão complexo de uns anos para cá, tenha faltado isso para ela;

40% desconhecem o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM), mesmo com todo o seu esforço político e midiático durante a pandemia. Acredito que ele tenha perdido o “bonde da História” e tenha sido tragado pelo extremismo do Bolsonarismo e a confusão da centro-direita;

Guilherme Boulos (PSOL) é o terceiro candidato com a menor rejeição, atrás apenas de Lula e Mandetta. Trata-se de um dado que pode até animar a esquerda, mas há outros dois que podem dar a realidade: 41% desconhecem Boulos e seu potencial de voto é de apenas 10%. Ou seja: não é que as pessoas não gostem de Boulos – elas não o conhecem;

a batalha para João Doria (PSDB) se tornar presidente será árdua – e não apenas por causa das brigas internas de seu partido. A começar porque ele é o 2º mais rejeitado, com 57%, 1% a mais do que o presidente Bolsonaro. Depois porque quase um terço das pessoas o desconhecem. E também porque Doria é muito paulista, nas palavras do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. 
O instituto trouxe os segmentos onde os candidatos têm o maior apoio.
nordestinos – Lula, Haddad e Ciro;
jovens – Marina Silva e Luciano Huck;
ensino superior – Moro, Haddad, Mandetta e Marina;
renda com mais de 5 salários mínimos – Moro, Mandetta e Boulos;
Sul – Bolsonaro e Moro;
escolaridade até a 4ª série – Lula e Doria;

presidente Bolsonaro mantém bem definido o seu eleitor: evangélico de classe média baixa e morador do Sul.

A definição é clara para o ex-presidente Lula: nordestinos que ganham abaixo de 1 salário mínimo e com baixa escolaridade.
Acredito que seja a 1ª vez que algum instituto traz Bolsonaro fora da liderança para 2022. Ao meu ver, há algo no  caminho: uma pandemia.

Não preciso esticar muito sobre o que tem acontecido no Brasil, né? Basta olhar as frases do presidente e tudo que ele faz em relação a pandemia. Gostaria de destacar a questão política para 2022:

Você tem medo de quem? Em 2018, milhões de pessoas votaram com medo da volta do PT ao poder. A máquina bolsonarista bateu e moeu no fato do partido ter quebrado o país, de fazer parte do maior escândalo de corrupção da história do Brasil, de quererem implantar o comunismo e ensinar sexo para as crianças… Ou seja: o medo foi implantado. Quero que você traga para 2022. De quem o brasileiro vai ter mais medo: do PT ou da permanência de Bolsonaro? Aqui não falo dos 10% a 15% fiéis ao presidente – mas sim dos demais brasileiros que caíram no papo bolsonarista. O que vai dar mais medo para o brasileiro em 2022? Bolsonaro desdenhou da pandemia, não quis dar o auxílio-emergencial, promoveu aglomeração, mentiu sobre a eficácia da máscara, incentivou um remédio que não serve pra nada, derrubou a economia nacional e por ai foi. Essa é a questão que fica: quem vai dar mais medo para o eleitor?

O discurso bolsonarista foi pro ralo. Recapitulemos a narrativa do presidente na campanha: contra o comunismo (?); não deixar o PT voltar; combate à corrupção; sem a “velha política”; neoliberalismo; sem intervenção na economia; bons costumes; e outras coisas. Agora, traga para 2022: não vai dar pra falar de combate à corrupção e sem fazer a velha política depois de se aliar com Centrão e acabar com a Laja Jato; impossível tocar no assunto neoliberal depois do escanteamento do Paulo Guedes e das intervenções na Petrobrás e na maquiagem da inflação; corporativismo com as Forças de Segurança; e por ai vai. Falar de volta do PT com o caos deste governo? Toda a narrativa bolsonarista, na teoria, foi para o ralo. Meu ponto: o presidente pode se apegar, cada vez mais, nas Forças de Segurança, no discurso belicista e de costumes para tentar sobreviver.

A chegada de Lula, para Bolsonaro, é excelente. Dentro da estratégia dos populistas de extrema-direita do século XXI estão a busca por um inimigo, o antagonismo de ideias, a confusão, as “verdades alternativas” como diz Da Empoli em seu livro “Os engenheiros do Caos”, o choque de culturas, entre outros. Ou seja: sem Lula, Bolsonaro não consegue se posicionar como o anti – seja anti-comunista, anti-sindicalismo, anti-marxismo cultural, anti-cotas, anti-Lei Rouanet, anti-sexualização das crianças….

O momento é delicado para a democracia. O presidente Bolsonaro já deu diversas amostras do seu desprezo pela democracia – desde a participação em atos anti-democráticos a falas pedindo o fuzilamento de cidadãos, defendendo a tortura e de que “se tudo tivesse que depender de mim, não seria esse o regime que nós estaríamos vivendo”Além disso, o presidente diz que as eleições de 2018 foram fraudadas, que as urnas eletrônicas não são confiáveis e já alertou para os problemas que virão em 2022. Steven Levitsky e Daniel Ziblatt no livro “Como as democracias morrem” apontam quatro regras para verificar se um líder tem um viés autoritário: rejeição das regras democráticas do jogo – ou comprometimento débil com elas; negação da legitimidade dos oponentes políticos; tolerância ou encorajamento da violência; propensão a restringir liberdades civis de oponentes, inclusive a mídia. A conclusão é sua.

Paraguaios querem que presidente saia por não ter combatido a Covid-19

Foto – César Olmedo/Reuters
Desde o final da semana passada, os paraguaios foram para a rua pedir a saída do presidente Mario Abdo Benítez por causa da má gestão durante a pandemia da Covid-19. O Governo é criticado por lentidão em vacinação, que beneficiou menos de 0,1% da população, em meio a aumento de casos e risco de colapso no sistema de saúde. 

Na noite de sexta-feira, o ministro da Saúde Julio Mazzoleni pediu demissão do cargo. “Concordamos juntos em eu sair… para proporcionar a paz de que precisamos para enfrentar esse desafio”, disse Mazzoleni, depois de se reunir com o presidente Benítez.

Já no sábado, o presidente demitiu os ministros Eduardo Petta (Educação) e Nilda Romero (Mulher), além de seu chefe de gabinete, Ernesto Villamayor.

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(Foto – AP Photo/Jorge Saenz)
O arcebispo de Assunção, Edmundo Valenzuela, chegou a pedir que a população cessasse os protestos. “Faço um chamado a toda população que está neste momento convulsionada pela violência. Um chamado para que a imprensa chame pela paz” disse. 

As críticas ao governo conservador do presidente Benítez, filho do secretário do ditador Alfredo Stroessner, cresce a medida que acabam os medicamentos do sistema de saúde precário do país – considerado pelo Banco Mundial como insuficiente e desigual. As classes altas são atendidas em centros privados com preços comparados aos Estados Unidos, embora o restante da população busca os serviços públicos, onde há falta de recursos e de estrutura.

Desde quarta-feira passada, médicos, enfermeiros, pacientes e familiares protestam nas ruas de Assunção por falta de medicamento. Os trabalhadores do principal centro de combate a Covid-19 protestaram em frente ao local e pediram a renúncia do diretor. Os médicos denunciaram que não havia medicamentos nem para as quimioterapias, nem sedativos para os entubados nas terapias intensivas e muito menos as vacinas contra o coronavírus.

Os protestos continuaram neste domingo em frente a residência oficial. 
A situação é delicada. Segundo a CNN, os dois principais grupos políticos de oposição no Paraguai, a Frente Guasú, do ex-presidente Fernando Lugo, e o Partido Liberal, estão articulando um pedido de impeachment do presidente. Porém, tudo indica que Benítez não deve cair – pelo menos por agora.

Para o movimento opositor ter votos suficientes no Congresso para derrubar Benítez, seria necessária a adesão de uma facção do Partido Colorado – o mesmo do atual chefe do executivo – liderada pelo ex-presidente Horacio Cartes. Algo que Estela Ruíz Díaz, jornalista e analista de política paraguaia, entende que não vai ocorrer.

“Cartes tem o controle da Câmara dos Deputados para iniciar o processo de impeachment”, diz Estela. “Mas não vai fazê-lo. E para isso pediu a mudança de alguns membros do Executivo, algo que o presidente fez ontem: Juan Villamayor, então Chefe de Gabinete, e Eduardo Petta, ministro da Educação, que são os maiores críticos do ex-presidente, saíram”.

Benítez e Cartes até são considerados rivais, representando alas diferentes da direita do país. Mas na última crise política paraguaia, durante a polêmica sobre a venda de energia de Itaipu a uma empresa brasileira, em 2019, foi o apoio de Cartes e sua facção, chamada Honor Colorado, que já havia impedido o afastamento de Benítez. 
Fotografia que fiz em Assunção quando visitei o país em maio de 2016
“Na verdade, Mario Abdo Benítez é um prisioneiro político do ex-presidente, já que Cartes tem votos para demiti-lo”, diz. Estela explica, no entanto, que ele também tem bons motivos para garantir a permanência do seu sucessor no cargo, além das já conhecidas tradições partidárias, que dificultam o processo.

“Se Benítez cair, o vice-presidente Hugo Velázquez permanece e pode se tornar adversário de Cartes nas eleições presidenciais de 2023”, afirma. “Além disso, o próprio Cartes tem seus problemas, nomeadamente a acusação de envolvimento com contrabando de cigarros para o Brasil”.

Em caso de remoção de Benítez do cargo, analistas entendem que o seu carrasco poderia ser exposto por vingança. Vale lembrar, inclusive, que o atual presidente do Paraguai tem ótima relação com o presidente Jair Bolsonaro.

Fonte – CNN Brasi
Fotografia que fiz em Assunção quando visitei o país em maio de 2016

As mulheres mais pesquisadas no Brasil em 2020

A empresa de marketing digital Semrush divulgou um levantamento sobre as mulheres mais pesquisadas na internet brasileira em 2000.

Em 1º lugar aparece a cantora Anitta com 636.167 buscas mensais de média. A apresentadora da TV Globo Ana Maria Braga ficou em 2º lugar (309.500), seguida da cantora Jojo Todynho (304.167), vencedora do reallity show A Fazenda, da TV Record, e da baiana Ivete Sangalo (207.667).

Entre as dez primeiras, há apenas duas políticas: a ex-candidata à Prefeitura de Porto Alegre Manuela D’Ávila (PCdoB), com média mensal de 116.308, e a deputada estadual Isa Penna (PSOL) com 51.425.
Quando a pesquisa considerou apenas as personalidades femininas internacionais, a 1ª mulher mais pesquisada pelos brasileiros foi a vice-presidente dos Estados Unidos Kamala Harris com 96.433 pesquisas/mês.

A atriz e ativista Jane Fonda fica em 2º lugar (58.667 buscas), seguida pelas também ativistas Malala (58.392) e Greta Thunberg (55.508)
O interessante destes dados é que, quando vemos as mais mulheres brasileiras mais buscadas, o foco é o entretenimento e o lazer, enquanto que as estrangeiras, o foco é a política e o ativismo.
O levantamento trouxe ainda os temas mais pesquisados.
Em 1º lugar está “O que é empoderamento feminino” com 1.157% a mais de buscar em janeiro desse ano do que o mesmo mês do ano passado.

Veja abaixo os temas mais pesquisados junto com o crescimento comparado:
Quanto tempo de estabilidade após a licença maternidade 2020?: 860%
Qual a importância de um planejamento financeiro?: 800%
O que é empreendedorismo feminino?: 266%
Quando recebo a primeira parcela da licença maternidade?: 222% 

Nesses casos, podemos notar temas ligados, diretamente, à independência da mulher e a preocupação com o mercado de trabalho.

#MandaDicas

Comecei a assistir a série na semana passada e já estou gostando – não sei se é porque fala de mim de mundo e futuro, mas já achei bem incrível. Tribes Of Europa conta a história de uma misteriosa catástrofe que, em 2074, dividiu o continente europeu em vários microestados, disputados por grupos rivais. Nesse cenário pós-apocalíptico, os irmãos Kiano, Liv e Elja se veem envolvidos no conflito depois que uma espécie de nave espacial atinge a aldeia deles. E vale lembrar que é dos mesmos produtores de Dark e, ao meu ver, lembra muito The 100.
Sou fã incondicional do “Um Príncipe em Nova York”, filme maravilhoso de 1988 e que conta a história do príncipe Akeem, do reino de Zamumba, que vai até a cidade norte-americana em busca de um amor verdadeiro. Agora, em 2021, a Amazon Prime lançou o 2º filme da série, o recém-coroado Rei Akeem (Eddie Murphy) descobre que tem um filho que ele não conhece e que pode ser herdeiro do trono — apesar do nobre já uma filha preparada para assumir o governo. Achei maravilhoso e me fez amar ainda mais o filme de 1988.

Leituras complementares

Mortes de idosos acima de 90 anos por Covid-19 caem 70% na cidade de SP em fevereiro; especialistas falam em “reflexo da vacinação”. (G1)

Com 16% da população vacinada, média móvel de casos de Covid-19 nos EUA cai 75% em relação a janeiro. Internações de pacientes com coronavírus diminuíram 67% entre o começo do ano e março. (G1)

Brasil está em 40ª posição no ranking da vacina; sem Coronavac, estaria na 62ª. (Poder360)

Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Brasília e Fortaleza são as cinco cidades brasileiras com maior número de mortes confirmadas por Covid-19. (Congresso em Foco)

Pandemia aprofunda crise em serviços de aborto legal. Direito de interrupção da gravidez é alvo de ataques do governo Bolsonaro. (Folha de S.Paulo)

Bolsonaro multiplica por 10 número de militares no comando de estatais. Com general na Petrobras, serão 92 cargos de chefia com as Forças Armadas; eram nove no fim do governo Temer (Folha de S.Paulo)

A cruzada da Faria Lima contra o auxílio emergencial. Relatório da XP e falas de estrategista da Empiricus pintam cenário catastrófico se governo socorrer os mais pobres. Mas não pressionam pela vacinação em massa que ajudaria na retomada da economia. (The Intercept)

O Senado norte-americano aprovou, com 50 votos favoráveis e 49 contrários, o plano de alívio econômico proposto pelo presidente Joe Biden para mitigar os impactos da pandemia do coronavírus nos Estados Unidos. O valor é US$ 1,9 trilhão e inclui o pagamento auxílio à população, auxílio-desemprego semanal e ajuda a Estados endividados. (Poder360)

Reportagem nos EUA associa Eduardo Bolsonaro a tentativa de golpe pró-Trump. (Congresso em Foco)

Meta ambiental vira parte de salário de executivos de alto escalão. Grandes companhias do País começam a colocar também no cálculo da remuneração do alto escalão métricas sociais e de governança. (Estadão)

O desafio para jovens não adotados que completam 18 anos. Com essa idade, eles têm que deixar os abrigos, e muitos não têm para onde ir. Uma das alternativas é a república jovem, onde podem morar até os 21 anos. (Jornal do Brasil)

Mulheres ganham menos que homens em todos os estados e no DF; veja a diferença por local. Pior situação para as trabalhadoras é observada em Mato Grosso do Sul, onde a remuneração das mulheres equivale a apenas 65,4% do salário dos homens. Melhor relação é observada no Amapá. (G1)

Aos apaixonados pela América Latina, entrevista bem interessante com o presidente uruguaio Luis Lacalle Pou falando sobre o seu 1º ano no comando do país. (El Pais)

Como já disse anteriormente, sou apaixonado pelo filme “Um Príncipe em Nova York” e assisti ao 2 neste final de semana. Uma das coisas que mais me chamou a atenção foram os figurinos deste novo filme. Coube ao figurinista Ruth E. Carter, vencedor do Oscar, redefinir o estilo de Zamunda (Entertainment Weekly)

Como uma hashtag se tornou viral – e incitou uma intervenção militar. Em 2014, mais de 200 estudantes nigerianas foram sequestradas. O assunto quase não chegou às manchetes globais, até que se popularizou no Twitter e chegou na Casa Branca. (Wired)

O que pensam os que não acreditam que o homem chegou (12 vezes) à Lua. (BBC Brasil)

Big Tech força redes sociais alternativas a adotarem moderação. Para permanecer online, plataformas que ignoravam discurso violento e de ódio sob mantra da liberdade de expressão, populares entre grupos da extrema direita, passam a regular conteúdo mais ativamente. (Núcleo Jornalismo)

Mulheres assumem a linha de frente contra os militares que tomaram o poder em Mianmar. Golpe ameaça avanços na igualdade de gênero conquistados nos últimos anos no país. Jovem de 20 anos morta com um tiro na cabeça em uma manifestação vira símbolo da luta pela volta da democracia. (El País)

“Boteiros”: como agem os ladrões que roubam cargas de drogas de traficantes na Zona Sul do Rio. (Extra)

#FotoDaSemana

Gabriel Chaim cobrindo a visita do Papa Francisco ao Iraque