#078 – Bolsonaro não ganha em 2022

Mais uma semana começando e ela promete ser quente em Brasília: os ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores) devem ser ouvidos na CPI da Covid no Senado. Pazuello se mexeu e conseguiu um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF) para que ele tenha o direito de ficar em silêncio na CPI. Será que quem cala, consente? A ver como vai se comportar Araújo, um dos principais pilares da ala ideológica do bolsonarismo. A ver também se Pazuello vai levar toda a culpa sozinho – porque é o que o governo anda tentando fazer. Pazuello vai engolir isso e ficar quieto? As Forças Armadas vão aceitar que um general de 4 estrelas saia escorraçado? 

Te convido a acompanhar outros projetos que estou tocando:
Margem Podcast – uma série de conversas bem legais com gente de todo tipo.
Boletim do Martin – podcast de fotografia com várias entrevistas.
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Mas será Lula o próximo presidente?

O Datafolha divulgado no final da semana passada traz, mais uma vez, um cenário bem complicado para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e, por outro lado, uma situação animadora para os apoiadores do ex-presidente Lula (PT). Mais uma vez, os dados mostram que Lula venceria Bolsonaro num 2º turno.

Quem me acompanha, já deve ter visto o que acredito para 2022: derrota de Bolsonaro – não sei quem ganha, mas ele perde. Na minha visão, teremos o antibolsonarismo como no centro de todo o pleito. Se em 2018, o anti-petismo junto com o Partido da Laja Jato ajudaram a impulsionar a vitória de Bolsonaro e deram o tom da campanha, agora o anti-bolsonarismo será o grande pilar de 2022.

Você pode me falar que Bolsonaro ainda tem muitos apoios. Falarei deles já.

A começar pela turma do mercado e o agronegócio. Duvido muito que eles queiram continuar carregando nas costas as mais de 410 mil mortes pela Covid e que vão para a conta do governo depois da CPI do Senado. Eles são espertos: na primeira oportunidade que der, vão abandonar o presidente. Os Faria Limers da Turma de Chicago de Paulo Guedes vão pular fora.

O mesmo vale para o Centrão e a turma dos evangélicos. Os primeiros vão ficar mamando no governo até a hora que conseguirem. Quando começarem a ver que o negócio vai complicar para eles, eles vazam – e digo na questão eleitoral e de reeleição. Não se lembram o que aconteceu com a Dilma? A lógica também vale para os evangélicos: eles são próximos do bolsonarismo pela questão ideológica, mas não dão ponto sem nó – vale lembrar do quão próximo o ex-presidente Lula era dessa turma.

Neste cenário, não é do nada que o ex-presidente, vez ou outra, atiça sua base radical para mobiliza-la e fazê-la aumentar o barulho. Bolsonaro precisa fortalecer esse seu núcleo duro para ter cerca de 25% e chegar num 2º turno – lá, é outra história. Por isso que ele fica jogando iscas para agitar sua turma e não perder o controle deles. Pode ver: ele fala de voto impresso, xinga os senadores da Covid, relembra de Lula, fala que só Deus tira ele do poder, mira nos ministros do STF… Tudo isso é biscoito para a extrema-direita digital. Ele precisa manter essa turma agitada e cada vez mais radical. Não é coincidência que, depois de uma semana bem complicada para o governo, Bolsonaro apareceu em uma manifestação em Brasília: sobrevoou de helicóptero e desfilou de cavalo, ambos sem máscara. O presidente já sabe que existe a chance real dele perder – e, claro, está preparando o terreno para algo mais radical.

Claro que, pensando em política brasileira, tudo pode acontecer – basta lembrar da tal facada. Mas acredito muito que o atual presidente não vença em 2022.

Quando o Datafolha mostrou os nomes dos possíveis candidatos, o ex-presidente Lula (PT) aparece com 41% dos votos, seguido por Bolsonaro (sem partido) com 23% e Sergio Moro (sem partido) com 7%.

Ciro Gomes (PDT) tem apenas 6%.
Luciano Huck (sem partido) aparece com 4%.
João Doria (PSDB) conta com míseros 3%.

A pesquisa trouxe dados destrinchados por podemos ver quem vota em quem.

– Bolsonaro ainda mantém o público masculino ao seu lado. Ele tem 29% dos homens e 19% das mulheres;

– Lula tem mais de duas vezes a quantidade de votos que Bolsonaro tem entre pessoas com Ensino Fundamental e entre quem ganha até dois salários mínimos. São pessoas que precisaram muito do auxílio-emergencial e que viram o valor ruir e que ficaram mais pobres nesses últimos tempos (lembram do aumento da pobreza e da fome?);

– Entre quem ganha acima de 10 salários mínimos, Bolsonaro tem 24% e Lula tem 18%. Ao que tudo indica, os ricos não estão tão abraçados mais com o presidente e talvez não tenham tanto medo do petista;

– Lula tem 2,5 vezes mais votos que Bolsonaro dos eleitores entre 16 e 24 anos: 44% a 18%, respectivamente;

– entre as ocupações profissionais, Bolsonaro só ganha de Lula entre os empresários: 49% a 26%, respectivamente;

– entre os assalariados sem registros (os informais), é onde Lula tem a maior diferença: 47% a 22%. Entre os desempregados, a diferença de votos de Lula para Bolsonaro é de 19%;

– as donas de casa e aposentadas votam mais em Lula. Destaque para mais que o dobro de votos em Lula do que em Bolsonaro dos funcionários públicos;

– Bolsonaro ainda mantém seu núcleo duro no Sul e Centro-Oeste e Norte, enquanto Lula dispara no Nordeste: o petista tem 56% dos votos e Bolsonaro 18% (o maior índice de Lula e o menor do atual presidente);

– Lula vai melhor no interior e Bolsonaro na região metropolitana;

– Lula tem 53% dos pretos e Bolsonaro 14%;

– Católicos votam em Lula: 46% – e 19% em Bolsonaro;

– Talvez um dos principais pontos da pesquisa é o empate técnico do voto evangélico com uma leve liderança de Lula: 35% – contra 34% para Bolsonaro;

Como seria o embate no 2º turno?

Lula (PT) 55% x 32% Bolsonaro (sem partido)
Lula (PT) 53% x 33% Sergio Moro (sem partido)
Lula (PT) 57% x 21% João Doria (PSDB)
Ciro Gomes (PDT) 48% x 36% Jair Bolsonaro (sem partido)
Jair Bolsonaro (sem partido) 40% x 39% João Doria (PSDB)

Entre o ex-presidente Lula e o atual presidente Bolsonaro, o perfil de seus eleitores seria:

Lula – mulheres pretas católicas entre 16 e 42 anos com ensino fundamental que recebem até dois salários mínimos. Elas podem ser donas de casa, funcionárias públicas, desempregadas ou assalariadas sem registro que moram no Nordeste.

Bolsonaro – homens brancos evangélicos acima de 25 anos com ensino médio ou superior que ganham entre dois e 10 salários mínimos. São empresários em sua imensa maioria ou assalariados registrados que moram no Centro-Oeste, Norte ou Sul do Brasil.

Como ficariam os votos dos demais candidatos em um 2º turno entre Lula e Bolsonaro?

Sergio Moro – 39% dos votos iriam para Bolsonaro e 29% para Lula (31% branco/nulo)
Ciro Gomes – 62% dos votos iriam para Lula e 15% para Bolsonaro.
Luciano Huck – 48% dos votos iriam para Lula e 29% para Bolsonaro.
João Doria – 55% dos votos iriam para Lula e 26% para Bolsonaro

– os moristas ainda estão fechados com o bolsonarismo talvez mais por serem antipetistas do que a favor do presidente. Votarão por medo da volta do PT ao poder;

– Ciro Gomes é um baita puxador de voto para Lula. Se ele não for para Paris no 2º turno e declarar apoio ao petista, a chance do ex-presidente Lula aumenta;

– acho interessante os votos de Doria irem mais para Lula do que para Bolsonaro. Não acho surpresa porque o governador de São Paulo tem se colocado como uma das vozes oposicionistas do governo federal. Mas lembrando do Bolsodoria e do tipo de eleitor do estado de São Paulo, acredito que seja um dado a ser levado em consideração.

Não votaria de jeito nenhum!

O atual presidente é o nome mais rejeitado para 2022: 54%.
Depois aparece o ex-presidente Lula (PT) com 36%, o governador João Doria (PSDB) com 30% e Luciano Huck (sem partido) com 29%. Sergio Moro (sem partido) é rejeitado por 26% e Ciro Gomes (PDT) por 24%.

Com esses dados, volto a defender minha tese: o antibolsonarismo vai pautar as eleições de 2022 e será maior do que o anti-lulismo e o antipetismo. Anota ai!

Quanto mais jovem, maior a rejeição a Bolsonaro. Contra Lula, a rejeição fica entre 25 e 59 anos. São as pessoas que cresceram durante os governos petistas, viraram contrárias ao PT e ao Lula e são raivosos contra ambos. Se você caminhar entre os bolsonaristas, estão eles majoritariamente nessa faixa etária.

Quanto maior a escolaridade, maior a rejeição tanto a Lula quanto a Bolsonaro – mas, conforme aumenta a escolaridade, diminui o distanciamento entre a rejeição de ambos. O atual presidente tem o dobro da rejeição de Lula entre quem tem ensino fundamental – mas tem 12% a mais entre os que tem Superior.

Bolsonaro tem quase 3x mais rejeição entre quem ganha até dois salários mínimos. O Lulismo ainda está bem forte entre as bases mais pobres. O aumento da pobreza, do desemprego e o auxílio-emergencial baixo bateram com força na imagem do atual presidente. Os pobres até cogitaram uma aproximação maior com o bolsonarismo, mas a fome chegou.

Estudantes e desempregados são quem mais rejeitam Bolsonaro. Empresários e assalariados registrados são os que mais rejeitam Lula – aqui, há um ponto que merece destaque: há uma rejeição considerável dos estudantes em relação ao petista (a terceira maior entre todas as ocupações, só perdendo para as das citadas anteriormente).

Seis em cada dez nordestinos rejeitam Bolsonaro. A rejeição de Lula é maior no Centro-Oeste/Norte e Sul. No Sudeste, Bolsonaro tem 53% de rejeição, enquanto Lula tem 39%. Interessante…

A rejeição de Bolsonaro entre os pretos é 2,5x maior do que a de Lula. Entre os brancos há equilíbrio: 50$ para Bolsonaro e 45% para Lula.

Bolsonaro é mais rejeitado pelos evangélicos do que Lula: 45% a 42%. Dado importantíssimo.

Entre quem votaria em Moro, 72% rejeita Lula. 
Entre quem votaria em Ciro, quase metade rejeita Lula – o grande problema da esquerda.
Quem votaria em Luciano Huck, rejeita mais Bolsonaro do que Lula.
Quem votaria em João Doria, rejeita mais Bolsonaro do que Lula.

Na edição de quinta-feira (13/05), a Folha de S.Paulo divulgou um editorial sobre o embate entre Lula e Bolsonaro. Destaque para a última frase do editorial:“É obviamente cedo para descartar novidades no quadro. Constata-se, de todo modo, que nenhum dos antecessores de Bolsonaro aptos a disputar a reeleição se mostrava tão fraco a esta altura do mandato”.

Na mesma quinta-feira, o Estado de S. Paulo também lançou um editorial sobre o assunto. O nome era “Cenário sombrio” e falava sobre o embate entre Lula e Bolsonaro que o jornal chama de “desastre”. O editorial diz que há “um imenso campo para que um candidato de centro, que defenda a responsabilidade na administração pública e resgate o diálogo político como a essência da democracia, possa se apresentar a esse significativo contingente de eleitores, cansados da gritaria petista e bolsonarista”.

Este mesmo Datafolha trouxe mais informações sobre o que o brasileiro tem achado do presidente da República.

– 45% avaliaram o governo Bolsonaro como “ruim/péssimo”, maior valor desde a série histórica divulgada desde abril de 2019. Em dezembro de 2020, o valor era 32%. Por outro lado, 24% avaliaram como “ótimo/bom”, o menor valor de todo o levantamento. (G1)

– 49% apoiam o impeachment de Bolsonaro e 46% são contrários. É a primeira vez que o índice dos que apoiam é maior do que os contrários. (G1)

– 50% dos brasileiros dizem nunca confiar nas declarações de Bolsonaro. Outros 34% falaram que acreditam às vezes e apenas 14% confiam sempre. (Folha de S. Paulo)

– 51% reprovam o desempenho do presidente na pandemia e 21% aprovam. (G1)

– Para 39%, Bolsonaro é o principal culpado pela situação da crise sanitária, seguido pelos governadores (20%), prefeitos (10%) e a população (3%). (G1)

– 58% dos brasileiros acham que o presidente não tem capacidade de liderar o país e 38% acreditam sim que ele é capaz. (G1)

O jornal O Globo comparou a avaliação de vários líderes mundiais e notou que a pandemia tem atuado fortemente para melhorar ou piorar a imagem dos presidentes.

Segundo o jornal, o presidente brasileiro tem uma das mais baixas taxas de aprovação entre os 12 líderes cujos índices de popularidade foram analisados. A aprovação de Bolsonaro só é maior do que a do presidente chileno Sebastián Piñera.

#MandaDicas

Um dos podcasts mais famosos do Brasil virou série e estreou na Globoplay.  A série trata do caso do menino Evandro Caetano, que desapareceu na cidade de Guaratuba, litoral do Paraná, em 1992, aos seis anos. Após cinco dias de buscas, o corpo foi encontrado num estado macabro: sem os órgãos, o couro cabeludo, as mãos e as orelhas entre outras mutilações. Na época, isso foi entendido como parte de um ritual.Sete pessoas foram presas por suposto envolvimento no crime, entre elas a primeira-dama da cidade e sua filha, respectivamente Celina e Beatriz Abagge. Elas foram acusadas como mandantes do assassinato e até se confessaram culpadas, mas depois afirmaram que foram torturadas e obrigadas a assumirem algo que não tinham feito.
Às vésperas de completar 90 anos, Fernando Henrique Cardoso revisita os marcos decisivos de seu itinerário intelectual. Nestas memórias intelectuais, Fernando Henrique Cardoso lança luz sobre sua formação, o percurso como sociólogo e os acontecimentos históricos e pessoais que o levaram, antes por contingência que por escolha, à política e finalmente ao Palácio do Planalto. Tendo por inspiração as reminiscências de Joaquim Nabuco e Norberto Bobbio, o autor rememora suas relações com os pensadores, professores e colegas que mais influenciaram sua produção intelectual, revela bastidores da intelligentsia brasileira e internacional na segunda metade do século XX e recupera os processos históricos de que foi testemunha ou agente. Suas experiências, marcadas pelo livre trânsito entre a política e a academia, são recontadas com novo enfoque, entre reflexões sobre o poder, a sociedade e o Estado, nas quais pensamento e ação se esclarecem mutuamente.
Fruto de uma extensa pesquisa, Marcelo Leite conta a história das principais drogas psicodélicas, desde sua descoberta no século 20 até o uso medicinal revolucionário que vem sendo feito de cada uma delas atualmente. Mesclando relatos da própria experiência com várias dessas substâncias ao perfil dos principais pesquisadores da área, muitos deles brasileiros, Leite oferece um panorama completo do chamado renascimento psicodélico, desfaz mitos e aponta para conquistas científicas há pouco tempo impensáveis, como tratamento para a dependência química, a depressão e a síndrome do estresse pós-traumático, entre outros benefícios ainda sendo pesquisados.
Mesmo com uma gestão desastrosa da pandemia, uma economia em frangalhos, o isolamento internacional, a família comprometida com malfeitos e uma condução errática, Bolsonaro segue forte junto a uma parcela significativa da população. Quem são esses bolsonaristas fiéis, que seguem com o “mito”, apesar de tudo? Este episódio do Fora da Política não há Salvação entrevista Isabela Kalil, antropóloga, professora da Fundação Escola de Sociologia e Política (FESP) e co-coordenadora do Observatório da Extrema Direita (OED).
Há mais de uma semana, a Colômbia está imersa em uma onda de protestos contra um projeto de reforma tributária e a resposta da polícia ao Paro Nacional tem sido brutal. O presidente Iván Duque já retirou a proposta do Congresso e o ministro da Fazenda pediu demissão, mas as manifestações da greve geral seguem a todo vapor – assim como a violência contra ela. O saldo de mortos por conta da violência do Estado aumenta a cada dia, ao passo que as cenas de brutalidade policial viralizam sob hashtags e cartazes que denunciam: “estão nos matando”. Neste episódio do Giro Latino Cast, eles explicaram o que está acontecendo na Colômbia e o que se pode esperar daqui para frente. A conversa teve a participação da cientista política Marília Closs e dos jornalistas colombianos Julian Bautista e Alejandra Garzón, direto de Bogotá.

Leituras complementares

Bolsonaro perde seguidores nas redes sociais e passa a falar de vacina (O Globo)

A bolsonarista fiel que vê presidente como enviado de Deus e herói do país (UOL)

Lobby por evangélicos no STF inclui conversa nos 3 Poderes (Folha de S.Paulo)

Empresa brasileira de blindagem ligada a militante de Trump multiplica capital em 13 vezes e acumula dívidas. (Agência Pública)

Mortes por Covid-19 desamparam famílias e deixam Brasil R$ 165,8 bi mais pobre. Segundo pesquisa da FGV, 398 mil brasileiros mortos pela doença deixam vazio em inovação, criatividade e produção nacional. (Folha de S.Paulo)

Jacarezinho: saiba quem são, onde morreram e o que dizem famílias e polícia sobre os 27 mortos. (G1)

Alta histórica da soja e do cobre dá oxigênio à América do Sul, mas bonança não deve repetir super ‘boom’ dos anos 2000. Brasil, Argentina, Peru e Chile despontam como os grandes beneficiários da alta dos preços dos minérios e alimentos para mitigar crise pandêmica, mas especialistas descartam a possibilidade de um superciclo como o do início do século. (El País)

Desemprego na pandemia: Doutor em engenharia espacial vende doces (BBC Brasil)

Sete em cada dez empregos no Brasil estão em setores com baixo conteúdo tecnológico (Folha de S.Paulo)

Expansão internacional do PCC abre a rota da maconha ‘gourmet’ colombiana no Brasil. Mais forte e mais cara, droga tomou lugar da maconha paraguaia nas classes mais altas. Apreensões, antes inexistentes, explodiram. (El País)

Conflito entre Israel e palestinos: Como funciona o Domo de Ferro, poderoso escudo antimíssil israelense. (BBC Brasil)

Nem cantar nem praticar esportes. Até onde pode chegar o extremismo religioso com as meninas. No Afeganistão houve uma tentativa recente de proibir o canto público de meninas a partir de 12 anos. Foi preciso voltar atrás. Era mais uma manifestação da vontade de silenciar as mulheres. (El País)

Como o PCC se infiltrou nos garimpos em Roraima (Amazônia Real)

O brasileiro por trás de ação pioneira contra segregação racial nos Estados Unidos em 1833 (BBC Brasil)

Universal é condenada a indenizar homem que diz ter atuado em falsa cura. (UOL)

101 iniciativas periféricas. Uma lista de projetos que mostram que as periferias são sinônimo de potência criativa. (Agência Mural)

80% das mães brasileiras se sentem cansadas com a vida doméstica na pandemia. Entre pais, índice é 48%. Números são da pesquisa Atlas feita para o jornal, onde genitores de crianças de até 12 anos se dividem sobre a reabertura de escolas. Classe C apoia mais a retomada presencial; mais ricos são contra. (El País)

67% dos estudantes de 15 anos do Brasil não sabem diferenciar fatos de opiniões, afirma relatório da OCDE (G1)

Jovem indígena fotografa cotidiano em aldeia no Acre: ‘mostrar nossas belezas raras e tradição’ (G1)

Carolina Maria de Jesus. “Até o feijão nos esqueceu”: o livro de 1960 que poderia ter sido escrito nas favelas de 2021. (BBC Brasil)

#ColunaDaSemana

Coluna de Ascânio Seleme no Globo de sábado mostrando que o Tratoraço do Bolsonaro é 30x maior que o Mensalão.

#FotoDaSemana

À esquerda, o poderoso sistema israelense de interceptação de mísseis, chamado Domo de Ferro. À direita, os foguetes lançados contra Israel pela milícia palestina Hamas, partindo de Beit Lahia, no norte da Faixa de Gaza. (Foto: Anas Baba/Getty Images)