#090 – Nem Lula nem Bolsonaro? Esquece!!

Lula lidera para 2022, mas Bolsonaro ainda tá vivo

A pesquisa Genial/Quaest fez 1,5 mil entrevistas entre 29 de julho e 01 de agosto em 27 unidades da federação e tem a margem de erro de 3%. Temos dados interessantes para entender o momento do país e algumas dicas do que pode vir a acontecer.

Engana-se quem acredita que Bolsonaro está morto. Ele está mega vivo e disposto a tudo. A estratégia dele é clara – e já falei disso aqui algumas vezes: ele vai radicalizando o discurso pra unir seu núcleo duro que deve ser de no máximo 15%. Com isso, ele cerra os punhos com essa turma e chega para 2022 com uma tropa de choque disposta a tudo. Neste cenário, ele tem jogado de maneira estratégica e inteligente sobre o voto impresso. É a narrativa para unir a tropa, questionar a possível derrota e tumultuar às eleições – se ele perder, ficaremos uns meses em constante instabilidade. Com este discurso, Bolsonaro continua em sua linha de sempre: caos, busca por um inimigo, invenção de coisas inexistentes, narrativas mentirosas e muita tensão. Volto a dizer: duvido que ele dê um golpe – ele não tem força nem atitude para isso. Ele tá jogando com o medo e pautando a narrativa – pode ver: mal se fala mais de cloroquina, rachadinha, Marielle… eles conseguiram mudar a pauta.

Diante deste cenário, há ainda outros ventos que podem jogar a favor do presidente. A começar pelo avanço da vacinação e da possibilidade de melhoria da economia – as pessoas já estão sentindo ambos. Não podemos deixar ainda de lado a queda no número de mortes – já chegou em quase 4 mil e hoje beira os 300. Todo este cenário, somado a uma injeção gigante de grana no Congresso, chegada de um novo projeto social e o apoio do Centrão, podem dar um novo gás para a reeleição.

Temos ainda o PT e Lula. Depois de um crescimento vertiginoso, os índices do ex-presidente não cresceram tanto de julho para agosto. Por quê? Será que ele chegou em seu teto? Essa dúvida precisa ser levada em conta – mesmo que o petista esteja bem a frente de Bolsonaro. Mas o que precisa ser levado realmente em conta é o sentimento antipetista que o atual presidente vai usar. Ou ele fala disso ou ele não vai ter o que falar – e parte considerável da população vai ter que escolher entre Lula ou Bolsonaro.

E esqueça essa onda de “nem um nem outro”.
A terceira via nem foi lançada e já acabou.

Ela não existe – basta ver os dados da pesquisa.

A avaliação negativa do governo federal se manteve estável de julho para agosto: 44%. Também houve a manutenção da avaliação positiva: 26%.

O cenário muda quando analisamos a avaliação por região:

  • despencou a avaliação negativa no Centro-Oeste: de 48% para 35%. Por outro lado, subiu bem a positiva: de 24% para 36%;
  • a maior queda na avaliação positiva foi no Nordeste: de 20% para 16%;
  • o maior crescimento da avaliação negativa foi no Norte: de 39% para 47% – este dado é significativo porque o presidente sempre manteve um forte apoio na região.

A pesquisa também trouxe a avaliação por idade:

  • maior crescimento da avaliação positiva foi no 60+: de 27% para 32%;
  • queda de 4% na avaliação positiva entre 35 e 44 anos;
  • recuo de 3% na avaliação positiva entre 25 e 34 ano;
  • aumento de 3% na avaliação positiva entre 45 e 59 anos;

Podemos ver a aprovação pela escolaridade:

  • caiu 5% a avaliação positiva entre quem tem Ensino Médio completo ou incompleto – e subiu 3% quem avalia negativamente;
  • houve um crescimento de 5% na avaliação positiva nas pessoas com Ensino Superior incompleto ou mais; e teve uma queda de 2% na avaliação negativa;
  • aumentou 3% a aprovação entre nas pessoas que tem até o Ensino Fundamental;

Vejamos agora a avaliação por renda:
A grande mudança aconteceu na faixa que ganha acima de 5 salários mínimos. Em julho de 2021, 27% avaliava positivamente e 45% negativamente. Agora, em agosto, houve uma inversão claríssima: 41% avalia positivamente e 36% negativamente – e ainda houve uma queda de 6% entre quem avalia como regular. A grande questão que fica é: por que essas pessoas mudaram de opinião tão bruscamente?

A avaliação de acordo com a religião

  • os evangélicos são os que mais aprovam positivamente: 36%. De julho para agosto, houve uma inversão de opiniões: antes havia mais avaliações negativas do que positivas. Será que essa inversão tem a ver com a radicalização do discurso do presidente, recheado de temas morais e de costumes?
  • por outro lado, aumentou em 7% a avaliação negativa quando vemos “outras religiões”;
  • entre quem não tem religião, cresceu 6% a avaliação positiva.

A aprovação quando analisada em quem a pessoa votou no 2º turno de 2018:

  • aumentou a avaliação positiva do presidente entre as pessoas que votaram: de 47% em julho para 52% agora. A radicalização do discurso do presidente talvez está aglutinando fatias dos seus eleitores que estavam dispersos – como os moristas, talvez – ou aquelas pessoas que estão vendo a possibilidade do ex-presidente Lula ganhar a presidência.
  • 74% dos eleitores de Haddad avaliaram o governo negativamente;
  • caiu 6% a avaliação negativa entre quem votou branco/nulo. Talvez essas pessoas possam estar com o medo da volta do PT e estão embarcando no discurso bolsonarista. A ver.

Eleições presidenciais em 2022

Em mais uma pesquisa, o ex-presidente Lula lidera a disputa: ele tem 42%, crescimento de 1% em relação a pesquisa de julho de 2021. O presidente Bolsonaro tem 26%, alta de 2% ante o mês anterior.

Destaque deste levantamento é que 28% são “nem Bolsonaro nem Lula” – mas este número caiu 3% de uma pesquisa para a outra. É a tal terceira via que não decola e que, ao que tudo indica, já perdeu esse percentual exatamente por não ter um nome viável. Além disso, as pessoas podem estar migrando para Lula com medo de Bolsonaro e para Bolsonaro com medo de Lula, já que um possível terceiro nome não será possível.

Outro ponto bastante interessante é quando vemos a pesquisa espontânea, sem que o pesquisador mostre o nome do candidato. Neste cenário, 56% estão indecisos. Lula aparece depois com 23% e Bolsonaro tem 18%. O que podemos concluir é que o jogo está aberto. Muita gente ainda não tem ideia em quem votar. Outro fato importante é o nome de Lula aparecer na frente do atual presidente – e o petista ainda cresceu 2% de julho para agora.

Vale destacar que o ex-presidente Lula ganha em todos os cenários analisados – com Bolsonaro em 2º e Ciro Gomes em 3º.

Perfil do eleitor de Lula

  • 64% Nordeste;
  • 56% até 2 salários mínimos;
  • 55% até o Ensino Fundamental;
  • 52% entre 25 e 34 anos;
  • 49% católica;
  • 47% feminino

Perfil do eleitor de Bolsonaro

  • 45% mais de 5 salários mínimos;
  • 42% evangélico;
  • 39% Centro-Oeste;
  • 35% Ensino Superior Incompleto ou mais;
  • 35% 60 anos ou mais;
  • 33% masculino

A pesquisa perguntou em quais nomes as pessoas votariam ou não.
O mais rechaçado é o governador de São Paulo João Doria (PSDB): 77% não votariam – 9% a mais do que a pesquisa de julho. Henrique Mandetta (DEM) vem na sequência com 75%, crescimento de 10% em relação ao levantamento anterior. O governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) teve 74% de não votaria, 12% acima da pesquisa de julho. Por fim, temos Ciro Gomes: 67% de não votaria – 9% acima do mês anterior.
Ou seja: a terceira via não existe.

Bolsonaro é levemente mais rejeitado que Lula: 60% a 58%, respectivamente. Ambos tiveram 2% a mais de “votaria” de julho para cá. Ao que tudo indica, tudo está convergente para uma disputa entre os dois – e ambos com índices consideráveis de rejeição.

Num segundo turno, Lula venceria em todos os cenários.
A disputa mais acirrada seria contra Bolsonaro: 54% a 33%.

Entre Lula e Ciro Gomes, 17% não sabem o que fariam.
Entre Lula e João Doria, 20% não sabem como votariam.
Entre Lula e Eduardo Leite, 25% votariam branco/nulo.
Entre Lula e Henrique Mandetta, os mesmos 25% iriam de branco/nulo.

Um dos pontos levantados mais legais da pesquisa é sobre valores, atitudes e posicionamentos dos brasileiros.

Há alguns temas que dividem bem a sociedade. Como podemos ver na tabela abaixo, a questão de Cuba e Venezuela e LGBTQIA+ são as que mais racham as opiniões.

As opiniões sobre dois temas bastante polêmicos como o aborto e a maconha ainda mostram como o Brasil está atrasado em relação ao mundo e como o debate está pautado pela questão moral e não de saúde, por exemplo. 73% discorda da legalização do aborto e 72% da regulamentação do comércio da maconha.

Por outro lado, 69% discorda da afirmação que o “movimento feminista é exagerado” e 75% discorda que a compra/posse de armas seja facilitada. Há ainda os mesmos 75% que discordam de que “deve-se parar de tentar acabar com o racismo”. 

Quase 60% discordam da afirmação que cotas raciais são injustas. E 74% concordam que deveria ter impostos progressivos para a justiça social – e 87% concordam com a obrigatoriedade de reajuste anual do salário mínimo acima da inflação.

E temos 91% que concordam que jovens de 16 anos que cometem crimes devem ser presos – logo, quase toda a população é a favor da redução da maioridade penal.

Ou seja: temos uma população contrário ao aborto e a maconha, a favor de jovens presos, mas que não quer arma na população, acha o movimento feminista OK, acredita no combate ao racismo, quer imposto para reduzir a desigualdade e salário mínimo justo.

A partir desses pensamentos, a pesquisa fez uma análise entre os eleitores do Bolsonaro, Lula e da terceira via. É possível vermos como cada um pensa.

Bolsonaristas acham que o movimento feminista é exagerado, são mais a favor da facilitação da compra/pose de armas, concordam mais com a privatização das empresas públicas, defendem que o governo seja contra Cuba e Venezuela e que as escolas não deveriam debater a sexualidade e se incomodam mais com a demonstração de afeto entre gays/lésbicas.

Lulistas concordam mais com a legalização do aborto e com a regulamentação do comércio da maconha, são mais contrários a compra/posse de armas, defendem mais os impostos progressivos para a justiça social, defendem mais a obrigatoriedade de reajuste anual do salário mínimo acima da inflação e concordam menos que as cotas raciais são injustas.

Para fechar, alguns dados soltos e que também merece destaque:

  • 47% acreditam que a economia brasileira piorou muito no último ano. 16% disseram que melhorou e 20% avaliaram como do mesmo jeito. Entre quem disse que melhorou, 77% aprova o governo.  Entre quem disse que piorou, 72% desaprova.
  • para os próximos 12 meses, 31% acreditam que vai melhorar um pouco e 21% que vai ficar do mesmo jeito;
  • para 23%, o principal problema do país é a pandemia, seguido do desemprego (16%), falta de bom atendimento na saúde (13%) e economia/crise (13%). Fome e miséria foi apontada por 5% e desigualdade por 3% Pobreza e gente na rua por 1%;
  • 60% acham que o número de mortos pela Covid-19 é muito alto;
  • 35% disseram que o Auxílio Emergencial foi criado pelo Congresso Nacional e 27% por Bolsonaro – mas 27% não sabem;

O centro, a esquerda e a direita no Brasil

A pesquisa DataPoder mostrou que a ideologia política do brasileiro está dividida praticamente igual em quatro fatias: esquerda, direita, centro e não sabem.

A pergunta feita para os entrevistados foi: “Em geral, na política, você se identifica como uma pessoa mais de direita, mais de centro, mais de esquerda ou não sabe?”.

Podemos ver essas preferências ideológicas por vários estratos

  • homens são mais de esquerda (29%) do que de direita (25);
  • 33% das mulheres não sabem, mas a mais mulheres de centro (26%);
  • entre 16 e 24 anos, 48% é de centro – oito vezes mais que a quantidade de pessoas de direita e mais que o dobro da esquerda (20%);
  • quanto mais velho, mais de direita: 33% entre 45 e 59 anos e 34% acima dos 60 anos;
  • 30% do Sul e 29% do Sudeste não sabem;
  • 29% do Nordeste disse ser de direita e 27% de esquerda;
  • 34% do Centro-Oeste e 33% do Norte é de centro – e vale lembrar que as duas regiões são os núcleo duros do bolsonarismo;
  • 38% com Fundamental não sabem;
  • 28% com Médio se diz de centro e 27% de direita;
  • 35% com Superior se diz ser de esquerda – contra
  • 28% que é de centro;
  • quanto mais pobre, menos se sabe qual linha ideológica segue: 36% sem renda fica e ganhando até 2 salários mínimos;
  • quanto mais rico, mais de direita: 33% ganhando de 5 a 10 salários mínimos (mas aqui tem 33% que se diz de esquerda) e 32% acima de 10;
  • entre quem ganha de 2 a 5, 33% é de centro;

🇺🇸 Não vacinados são 99% dos mortos por Covid nos EUA, e muitos se arrependem tarde demais (Folha de S.Paulo)

🇺🇸 Google, Facebook e Uber: nos EUA, grandes empresas e governo adotam vacinação obrigatória (O Globo

🇨🇳 China testará, na Olimpíada de Inverno de 2022, o uso de sua criptomoeda soberana entre cidadãos locais e estrangeiros, em um experimento que pode mudar definitivamente o modo como usamos dinheiro (Época Negócios)

🇧🇴 Os bastidores por trás do golpe na Bolívia. Após restabelecer a democracia, o governo boliviano obteve documentos inéditos nas embaixadas que revelam como o ex-presidente argentino Mauricio Macri apoiou o golpe que solapou a democracia do país em 2019. Agora, os governos do Brasil e Chile entraram na mira das investigações que prometem desnudar como a nova Operação Condor fracassou na América Latina. (Jacobin)

🇦🇫 Depois da saída dos EUA do Afeganistão, Talibã já comanda metade do país (BBC)

🇦🇫 Cineastas afegãos temem serem perseguidos com possível volta do Talibã (Folha de S.Paulo)

🇧🇾 Kristsina Tsimanuskaia, atleta de Belarus: “Pensei que meu destino seria prisão ou hospital psiquiátrico”. Velocista que fugiu do regime de Lukashenko descreve as horas dramáticas que passou em Tóquio, ouvindo que “algumas pessoas em situações parecidas tiravam a própria vida” (El País)

🇲🇱 Homens armados atacam aldeias no norte do Mali e matam ao menos 40 pessoas em aparente retaliação a prisão de líderes rebeldes (Al Jazeera)

🇪🇹 Conflito na Etiópia deve aumentar depois que rebeldes do Tigray se recusam a se retirar (The Guardian)

🇵🇱 Grupo polonês de extrema0direita entra em orfanato para impedir vacinas da Covid-19 nas crianças (Notes From Poland)

🇬🇷 Milhares fogem da ilha grega de Evia enquanto os incêndios florestais se intensificam (The Washington Post)

🇨🇦 Canada quer mais imigrantes: ao menos 400 mil neste ano. (The Washington Post)

#MandaDicas

Nesta Entrevista Jacobina com Alvaro Garcia Linera, que serviu como vice-presidente da Bolívia nos governos de Evo Morales, debatemos a conjuntura mundial em 2021, a situação de seu país com a vitória socialista após o golpe de 2019, os perigos do bolsonarismo na América Latina, a importância do marxismo, o protagonismo indígena e a organização política no Sul Global.
Podcast investigativo da Agência Pública sobre cientistas ameaçados. Alvos de uma onda anticiência capitaneada pelo governo Bolsonaro, cientistas pelo Brasil sofrem intimidações, demissões e recebem até ameaças de morte. 
Dez de setembro de 2016. A atendente do drive-thru de uma lanchonete em Ramos, no subúrbio do Rio de Janeiro, sai da cabine para entregar o lanche ao cliente de um Jetta branco. Quando o vidro escuro é baixado, a jovem vê um homem de cabelo branco ao volante e, no carona, uma menina que aparenta não ter mais que dois anos. A cena seria corriqueira se não fosse insólita: o motorista é Pedro Chavarry Duarte, coronel reformado da Polícia Militar do Rio de Janeiro, que no dia seguinte estaria em todos os telejornais, acusado de estupro de vulnerável. Mas o caso que chocou o estado e o país é, na verdade, apenas o começo do fim da carreira de Chavarry, marcada pela obscuridade de ações que em tese eram pautadas por bandeiras de assistência social. O foco dessa plataforma eram crianças na primeira infância, em geral oriundas de famílias em condições de extrema pobreza. Munido de credenciais que tornavam sua reputação inquestionável, Chavarry encontrava suas vítimas em comunidades carentes: mulheres com filhos muito pequenos. Matheus de Moura mergulha na geografia física e psicossocial do Rio de Janeiro com sensibilidade e coragem. O coronel que raptava infâncias oferece ao leitor um raio-X indispensável do caso que chocou o país, reiterando a urgência de manter vivos na memória coletiva mesmo os momentos mais repugnantes de nossa história. (Texto – Intrínseca)

Leituras complementares

Medidas para elevar popularidade de Bolsonaro já custam R$ 67 bi (Folha de S.Paulo)

Bolsonaro é muito pior que Dilma, avaliam banqueiros e empresários (Estado de Minas)

No encontro com enviado de Biden, Bolsonaro repetiu falsas alegações de fraude nos EUA e no Brasil. As palavras de Bolsonaro causaram estupor na delegação. (O Globo)

Economia: retomada perde fôlego, e cenário é de instabilidade e crescimento medíocre. (Folha de S.Paulo)

Metalúrgico, músico, doméstica, atendente de fast-food; brasileiros despejados vão morar na rua (Folha de S.Paulo)

Fux apontou fraudes no voto impresso em 1994 e foi ameaçado de morte. Quando foi juiz eleitoral, Fux constatou 90% de fraudes em zona eleitoral e teve que andar armado e com escolta (Metropoles)

Policiais assassinados no Brasil são negros na maioria. No ano passado, 194 policiais foram assassinados no país, e 63% deles eram negros. (Folha de S.Paulo)

Investimento estrangeiro direto na América Latina cai para níveis de uma década atrás devido à pandemia (El País)

Relatório da ONU sobre mudanças climáticas é alarmante. (G1 / CNN / G1)

Como falar com vítimas das teorias da conspiração da Covid-19 (BBC)

Sandra Benites: “É preciso escutar mais as culturas historicamente silenciadas”. Primeira curadora indígena do Masp defende a união de diferentes povos para resistir a momentos como o atual. “Nossa resistência está na sabedoria ancestral”. (Revista Gama)

Gangorra do Brasil: os esportes que subiram e os que desceram nas Olimpíadas (Globoesporte)

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Pandemia provoca produtividade tóxica: como identificá-la e se libertar dela. Instabilidade de trabalho e o teletrabalho fazem com que muitas pessoas produzam mais do que o necessário pelo medo e a incerteza (El País)

A Nasa está recebendo a inscrição para escolher quatro pessoas que vão viver por um ano em um habitat marciano criado por uma impressora 3D em um prédio do Johnson Space Center em Houston. O objetivo é preparar a viagem espacial para Marte. (NASA)

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#ChargeDaSemana

Charge – André Dahmer