#094 – Bolsonaro é um zumbi político

Vésperas de uma data importante para o futuro do país: 7 de setembro, dia em que estão marcadas manifestações a favor e contra o presidente Jair Bolsonaro.

As informações dizem que milhares de pessoas estão sendo mobilizadas para os atos de apoio ao presidente tanto para Brasília quanto para São Paulo. O governo federal espera milhões de pessoas – o próprio presidente disse que vão ter duas milhões de pessoas na Av. Paulista.

Eu não acho que terá tudo isso, mas não acho também que será um fracasso. Vai mostrar força, mas não acho que teremos um golpe. O que vai acontecer depois vai depender muito de como será o ato da esquerda, organizado para acontecer no Centro de São Paulo. Se for um fracasso, ponto para o Bolsonarismo.

No mais, não vejo grandes mudanças depois do 7 de setembro. O governo vai manter a corda esticada até onde conseguir. Vai continuar bradando aos quatro ventos para aglutinar a sua turma. Vai manter a retórica de combate e de busca por inimigos – nem que para isso seja preciso ficar inventando temas para a narrativa. 

O ponto é como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso (principalmente o Centrão) vão lidar com tudo isso. Os ministros do Supremo estão com o bloco na rua, em cima da rede bolsonarista – tem gente já até falando que o Carluxo está na mira da prisão. No Congresso, duvido muito que o Centrão naufrague abraçado com o presidente – logo vão pular do barco, como já chegam as informações de que vem acontecendo com o PP e o PL.

Bolsonaro tá mais para um zumbi no poder: fica grunhindo, esbravejando, andando sem rumo e só com os seus. Ele tenta unir a tropa para botar medo – mas tem gente que não tá nem ai pra zumbi. 

Bolsonaro só ocupa o coargo – não governa, incita a insurreição e tende a perder em 2022. Mas ainda está na disputa.

Mais uma pesquisa sobre o governo Bolsonaro mostrou que a situação para o capitão não está nada boa. O levantamento foi feitopela Genial Investimentos  e a Quaest Consultoria e Pesquisa entre os dias 26 e 29 de agosto com duas mil pessoas nas 27 unidades da federação. A margem de erro é de 2%.

De agosto para setembro, aumentou em 4% a avaliação negativa do governo, somando agora 48%. Por outro lado, caiu de 26% para 24% a avaliação positiva – e de 27% para 26% quem apontou o governo como regular.

A avaliação negativa aumentou bem no Nordeste. Depois de uma queda de 2% entre julho e agosto, agora subiu 6% e está em 59%, o maior índice entre todas as regiões do país. Também houve este crescimento no Sudeste (de 42% para 47%) e no Sul (de 36% para 39%).

A avaliação positiva subiu no Centro-Oeste, um dos principais polos do bolsonarismo no Brasil. Por lá, quem anda gostando do governo subiu de 28% para 29%. 

No Norte, o outro bastião do governo federal, houve algo interessante: subiu quem avaliou como regular. Este valor foi de 26% para 29% – enquanto que a avaliação negativa caiu de 42% para 40% e a positiva de 29% para 28%. O que será que está acontecendo na região?

Um dado que merece a nossa atenção é o crescimento da avaliação negativa entre os homens, o núcleo duro do bolsonarismo. De agosto para setembro, subiu de 40% para 44% – enquanto a desaprovação das mulheres cresceu 3%.

Outro ponto interessante é o aumento da avaliação negativa em todas as faixas etárias, mas em grande volume entre quem tem de 25 a 44 anos. Podemos supor que são pessoas economicamente ativas, por exemplo, e que viram o aumento do desemprego, a explosão dos preços dos produtos ou que perderam amigos e parentes na pandemia, por exemplo. mas arrisco a dizer que elas se chocam mais com a questão econômica do que sanitária.

Podemos avaliar ainda por mais duas fatias: escolaridade e renda.
No ensino, a avaliação negativa subiu em todas as faixas (fundamental, médio e superior), mas destaco o maior crescimento entre os mais escolarizado: 4% entre quem tem Médio e 5% no Superior. 

Na renda, os mais ricos agora avaliam negativamente o governo. Cansaram? Se em agosto, 41% avaliava como positivo e 36% como negativo, tivemos agora uma inversão brusca na opinião: 49% avaliaram como negativo e 29% como positivo – o gráfico mostra bem esse X.

Quando vemos as religiões, precisamos citar o novo momento dos evangélicos, segundo a pesquisa. Houve uma inversão na opinião sobre o governo de agosto para agora. No mês passado, 36% avaliaram positivamente e 32% negativamente. Agora houve uma troca: 35% avaliaram de maneira negativa e 32% positiva – aqui também o gráfico mostra bem o X.

Este dado é fundamental porque os evangélicos fazem parte do núcleo duro bolsonarista, junto com os militares, as polícias, os ruralistas, os caminhoneiros e os ideológicos. Este novo comportamento precisa ser analisado porque a cúpula das igrejas, em sua maioria, está com o presidente, mas e o povo? Este que é, majoritariamente, preto e periférico que deve estar sentindo na pele os problemas econômicos do país – fome, desemprego, aumento dos preços… Será que eles vão deixar de lado as ordens dos líderes e seguir o que diz a geladeira vazia? A ver.

É a economia que vai decidir a eleição!

O levantamento mostra algo de extrema importância: o brasileiro está se preocupando menos com a Saúde/Pandemia e mais com a Economia. Isso é extremamente importante para às eleições de 2022, por exemplo. Até lá, o cenário da vacinação vai estar bem avançado e o número de mortes bem reduzido. Mas e a economia? Como vai estar? As pessoas vão conseguir comprar o que precisam no supermercado com uma inflação descontrolada e um desemprego crescente?

Basta andar por uma cidade e ver o aumento da pobreza. Nunca vi tanta gente com placa pedindo comida ou vendendo bala em farol pra tentar algum trocado. E não é só gente na pobreza e maltrapilha: tem de tudo.

Duas frases que ouvi nas épocas em que trabalhava em agência resumem bem o cenário. A primeira foi de um cara mega envolvido em campanha política. Ele me disse que o que decide uma eleição é o que a pessoa tem ou não tem no prato. Ou seja: a economia. A outra frase é de um dos maiores publicitários do país, enquanto estávamos em uma reunião. Ele disse que o brasileiro não tá nem ai para corrupção, mensalão, petrolão… Ele quer saber o que tem dentro da geladeira dele, se ele consegue comprar uma carne pro filho, se a luz tá paga e por ai vai.

Atualizando para agora: infelizmente, o brasileiro não vai não votar no presidente pela corrupção nas vacinas e a culpa pelas quase 600 mil mortes. Ele repudia o governo pela falta de comida em sua mesa – e aqui não há certo ou errado. Há o fato.

E vamos aos dados da pesquisa sobre a economia:

  • para 68%, a economia piorou no último ano, 6% a mais do que o levantamento de agosto. Só 13% disseram que melhorou;
  • 44% acreditam que a economia vai melhorar nos próximo 12 meses, 6% a menos do que a pesquisa anterior. Outros 32% acreditam que vai piorar, 7% a mais em relação a agosto;
  • 65% disseram que o governo não vai conseguir controlar o aumento dos preços nos próximos meses.

Lula e Bolsonaro vão polarizas para 2022, mas há indecisão no eleitorado

Quando a pesquisa perguntou a intenção de voto das pessoas, sem apresentar nenhum nome, 58% disse estar indecisas. Isso é um dado extremamente importante e mostra que ainda tem muita gente a ser conquistada pelos candidatos e que a disputa está completamente aberta. Talvez a tão sonhada terceira via ainda tenha tempo de ser criada – mas precisa agir logo, caso ainda queira ter alguma chance, e precisa deixar de lado os egos e as particularidades tão específicas em prol dessa campanha que anda sendo chamada de “nem Lula nem Bolsonaro”.

Espontaneamente, o ex-presidente Lula (PT) aparece com 23% e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com 15%.

Quando os nomes são apresentados, Lula (PT) ganha nos 5 cenários analisados pela pesquisa – com chance até mesmo de não termos 2º turno.

Outro ponto bastante importante é o conhecimento dos eleitores sobre os candidatos que podem disputar à Presidência e o quanto eles estão dispostos a votar nesses nomes.

Bolsonaro (sem partido) é o candidato com a maior rejeição: 62% disse que “conhece e não votaria. Em segundo aparece o governador João Doria (PSDB) com 57%, seguido por Ciro Gomes (PDT) com 53% e o apresentador Datena (PSL) com 46%. O ex-presidente Lula (PT) é rejeitado por 40%.

O petista é quem mais tem percentual entre as respostas de “conhece e votaria”: 44%. Depois vem o atual presidente Bolsonaro com 20%, seguido por Datena (PSL) com 7% e Ciro Gomes (PDT) com 6%.

Algumas pessoas disseram que “poderiam votar” em alguns nomes. Neste quesito, lidera a corrida o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) com 27%. Depois vem o apresentador Datena (PSL) com 26%, Lula (PT) com 18%, João Doria (PSDB) com 16% e Bolsonaro (sem partido) com 14%.

Interessante que os possíveis nomes para a terceira via são completamente desconhecidos da população. A senadora Simone Tebet (MDB) tem 80% de desconhecimento. O presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM) e o governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) são desconhecidos por 60% da população. O ex-ministro Henrique Mandetta (DEM) tem 43% de desconhecimento. 

Lula ganha de todo mundo no 2º turno

  • o petista ganha de Bolsonaro de 55% a 30%;
  • contra Ciro Gomes (PDT), Lula leva de 52% a 25%;
  • se o adversário for João Doria (PSDB), o ex-presidente será eleito com 56% a 18%;
  • caso Lula enfrente o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM), o petista lidera com 58% contra 14%.
  • o maior número de branco/nulo/não iria votar está num cenário entre Bolsonaro (sem partido) e Rodrigo Pacheco (DEM): 25% – e entre Lula e o presidente do Senado (24%).

Um dado interessante é que houve um crescimento bem grande de agosto para setembro nas pessoas que votariam branco/nulo/não iria votar se o 2º turno for entre Lula e Bolsonaro. Eram 11% em julho, despencou para 3% em agosto e agora voltou para os 11%. Resultado, talvez, dos discursos recentes de “nem Lula nem Bolsonaro”? No mínimo, um dado curioso.

Mesmo com este crescimento, subiu as pessoas que preferem que Lula vença e caiu quem prefere Bolsonaro ou quem quer que vença outra pessoa, menos Lula ou Bolsonaro.

A pesquisa questionou porque as pessoas votariam em Lula ou em Bolsonaro. No petista, 59% disse que pela gestão e 12% pela economia – tivemos ainda 16% que falaram outras razões/não sabem. Em Bolsonaro, 27% apontaram a gestão e 25% o anti-PT – houve ainda 23% que avaliariam outras razões/não sabem e 19% por características pessoais.

O que podemos tirar deste perfil de voto:

  • as pessoas ainda lembra da gestão lulista e em como a economia ia bem durante os seus governos. Elas podem estar comparando o passado com o presente e, por isso, votariam em Lula;
  • o sentimento anti-PT ainda será forte nesta eleição. Um quarto das pessoas votariam em Bolsonaro apenas por serem contrárias ao Partido dos Trabalhadores, deixando de lado qualquer projeto, ação ou opinião sobre o atual presidente. É um voto contra o PT e não a favor do Bolsonaro;
  • quase 20% votariam em Bolsonaro por ele ser quem ele é, por suas características pessoais. Ou seja: as pessoas se identificam com ele e isso pode ser pelas opiniões do presidente, por exemplo. A estratégia de se criar um cara popular, populista, “do povo”, próximo e humilde tem dado certo;
  • quase 25% votariam por outras razões ou não sabem. E ai deve entrar tudo que envolve o Bolsonarismo.

Para fechar, sugiro a leitura deste texto: “Bolsonaro vai tentar dar um golpe de Estado” de Fabrício Pereira, professor de Ciência Política na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e pós-doutorando no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Santiago. Ele resume bem o que está acontecendo e o que pode acontecer em 2022 – é bem o que eu penso e ando falando por aqui.

🇨🇳 Com busca por “prosperidade comum”, regulação econômica e desigualdade estão na mira de Xi Jinping (Folha de S.Paulo)

🇨🇳 China proibiu homens afeminados na TV (NPR)
 🇺🇸 Suprema Corte do Texas permite a entrada em vigor de uma lei que proíbe todos os abortos após seis semanas de gravidez (BBC)

🇺🇸 Em 5 anos, caiu pela metade o número de Republicanos que confiam nos veículos de imprensa dos Estados Unidos (Pew Research)

🇨🇱 Comissão de Direitos Humanos da nova Constituinte chilena aprovou uma monção para que a polícia seja desmilitarizada (Telesur)

🇧🇴 Presidente mexicano diz que tentaram derrubar o avião do ex-presidente boliviano Evo Morales quando ele escapava para o México (La República)

🇸🇻 Câmara Constitucional de El Salvador aprovou reeleição presidencial de Nayib Bukele. Já há críticas contra a medida. (El País / La Prensa Grafica)

🇸🇻 Alejandra Gavidia: miss El Salvador, ativista assexual, defensora do aborto e funcionária do presidente, ela é símbolo das mulheres que participam do concurso com uma mensagem feminista. (El País)

🇵🇦 Congresso do Panamá aprova a cannabis medicinal (Presa Libre)

🇨🇴 Colômbia ganha força no mercado de cannabis medicinal e põe Canadá em alerta. País tem potencial para se tornar o maior exportador mundial da planta e já atrai investimentos de mais de 2,6 bilhões de reais. (El País)

🇵🇪 A dramática evasão universitária de jovens indígenas no Peru (Ojo Público)

🇩🇪 O fim da era Angela Merkel coloca uma grande questão para a Europa (Axios)

🇬🇳 Um grupo de militares liderados pelo tenente-coronel Mamady Doumbouya, chefe das Forças Especiais da Guiné, deu um golpe de Estado no país africano e afirma ter detido o presidente do país, Alpha Condé. (El País)

🇦🇫 Líder do Talibã é radical ultraconservador, mas grupo hoje é multifacetado. (Folha de S.Paulo)

🇮🇶 Ataque suspeito do Estado Islâmico deixa ao menos 12 policiais mortos em Kirku, no Iraque. (Al Jazeera)

#MandaDicas

Não está sendo fácil ser jornalista no Brasil. A começar pela convulsão política que o país vive e que a imprensa acaba sendo atacada diariamente pelo presidente da República e seus apoiadores. Os ataques ao Jornalismo explodiram nos últimos anos com centenas de casos de agressões verbais, ameaças, violências físicas e até sequestros. Soma-se a isso o grande desafio de se combater aos fake news. Esses são apenas dois cenário, além de outros tantos como a precarização da função, o fechamento de diversos veículos de imprensa, o fato de jornalistas trabalharem em outras funções, entre outros. Para falar disso tudo e mais, o entrevistado de hoje é o Thiago Tanji, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Formado em 2012 pela Cásper Líbero, Thiago acabou de tomar posse e sua gestão vai até 2024. Nesta conversa, falamos sobre o que faz um sindicato e o preconceito da sociedade contra ele; a força do jornalismo local; a democratização da mídia; o impacto da imprensa nas eleições de 2022; e vários outros temas importantes para a sociedade e, claro, para nós jornalistas. Ouça!
O que leva alguém a negar fatos e evidências científicas? Que crenças e interesses orientam os negacionistas, levando-os a disseminar ideias sem nenhum compromisso com a realidade? Nesse livro, a microbiologista Natalia Pasternak e o jornalista Carlos Orsi fazem uma análise minuciosa e independente das principais teorias negacionistas, mostrando como todas podem ser facilmente refutadas com sólidos argumentos científicos. Em tempos obscuros, a obra oferece um norte ao leitor, para que não caia em armadilhas subjetivas, e prova que ciência não é questão de opinião. (Texto – Amazon)
O que aconteceria se fosse permitido às pessoas entrar na casa de desconhecidos e circular livremente por meio de um dispositivo tão adorável quanto um robô de pelúcia? Do que somos capazes quando guiados pelas regras incertas de um novo contrato social e sob a garantia do anonimato? Neste romance original e divertido, mas também aterrador, Samanta Schweblin, uma das principais vozes da literatura argentina atual, explora o lado inquietante da tecnologia e constrói um poderoso retrato da vida moderna. Solidão, afeto e generosidade, mas também oportunismo, infâmia e perversão, são alguns dos sentimentos que, atravessados pela virtualidade e pela paradoxal fragilidade da comunicação contemporânea, compõem este romance demasiado humano, verdadeira anatomia moral de nossos dias. (Texto – Amazon)
Assisti neste final de semana os cinco primeiros episódios da última temporada de La Casa de Papel. Muita coisa acontece, claro, e obviamente não darei spoiler. Vale muito a pena. Os episódios são angustiantes, agitados, deixam a gente de olhos grudados e na expectativa do que vai acontecer. Tem muitas informações novas dos personagens. É bom demais! Assistam! A única raiva é que a parte final só sai no começo de dezembro.

Leituras complementares

Renan Bolsonaro abriu empresa com ajuda de lobista de investigada pela CPI (Folha de S.Paulo)

Participação de policiais em ambientes bolsonaristas radicais na internet sobe 24% em 2021 (O Globo)

Após críticas de professora a Bolsonaro, helicóptero da SSP sobrevoa escola com bandeira do Brasil (Yahoo Brasil)

No Twitter, apenas 12% dos perfis tentam borbar manifestações do 7 de setembro (Núcleo Jornalismo)
 PF prende assessor de Marcos Rogério em operação contra tráfico de drogas (UOL)

PIB deverá crescer 1,7% em 2022, segundo a XP Investimentos. A empresa revisou para baixo as expectativas. A piora das condições financeiras e os efeitos da crise hídrica são os principais fatores por trás das alterações. (XP Conteúdo)

Enem 2021 é o mais branco e elitista da década (Folha de S.Paulo)

Supor que democracia era irreversível foi um dos maiores erros históricos (BBC)

Proteção da Amazônia deve ser prioridade de candidatos a presidente em 2022 (Poder360)

Na contramão da média do país, mortes em indígenas por Covid-19 crescem 41% em agosto (Metrópoles)

O espaço, a último fronteira. Morgan Stanley prevê que o espaço pode se tornar uma indústria de US $ 1 trilhão em 2040, construída em grande parte com base nas ideias de empresas privadas. (Morgan Stanley)

Novas sondas para estudar mundos próximos, telescópios avançados para investigar planetas distantes e ideias em expansão sobre os sinais de vida estão alimentando um renascimento na busca por vida fora da Terra. (Axios)

Mion, Huck e Leifert: Troca de cadeiras mantém padrão de branquitude na TV (André Santana – UOL)

Naomi Osaka pensa em parar mais uma vez com o tênis. “Sinto por mim. Recentemente, quando eu ganho, não fico feliz: fico mais aliviada. Quando eu perco, fico muito triste” disse. (AP)

Facebook muda o algoritmo que reduz a exposição dos usuários a conteúdo político (Columbia Journalism Review)

Ativistas estão pressionando o The New York Times para o jornal parar com a publicidade de combustíveis fósseis (Heated World)

Medalhistas do Brasil na Paralimpíada de Tóquio (El País)

#GráficosDaSemana

Ainda não achou o Brasil? Estamos em último – o único país da OCDE com índice negativo no PIB

#ChargeDaSemana

Comissão de Frente – por Vito Quintans

#CapaDaSemana

IstoÉ tentando emplacar a terceira via com o governador João Doria (PSDB)