#097 – A solução mais fácil era botar o Michel

Mais uma semana começando e já perdi a conta da quantidade de crimes de responsabilidade que o presidente cometeu. É um atrás do outro e assim continuamos contabilizando a morte de brasileiros. Parece que a pandemia acabou, mas centenas de pessoas ainda estão morrendo diariamente. Por isso, esqueçam o diz o govenro e continuem se cuidando e se vacinando.

Depois do fiasco golpista de 7 de setembro, o governo continua nas cordas – mas parece que houve uma trégua por parte do STF, chancelada pelo ex-presidente Michel Temer (MDB). A tal carta escrita por ele abafou totalmente os cochichos de impeachment. A custo de que? Ninguém sabe. O fato é que Temer gostou de voltar aos holofotes e já começa a se colocar como a tal terceira via. Lançou vídeo institucional falando em diálogo e seus aliados pediram para que os institutos de pesquisa coloquem o nome dele nos próximos levantamentos – mas ele já disse que não se coloca como opção para 2022 (e reiterou isso neste final de semana para o Metrópoles. Vamos aguardar para ver.

Montagem de semana passada no Instagram do ex-presidente 

O fato é que, por trás de tudo isso, pode ter um grande acordo nacional para que o presidente Bolsonaro não se candidate em 2022 e receba, junto com seus filhos, uma espécie de anistia pelos crimes que cometeram. Não duvido nada que isso aconteça, ainda mais com o Centrão ao lado do presidente. Para Bolsonaro, não se candidatar no ano que vem também é jogo: ele sai por cima, evita uma derrota acachapante, continua com o discurso contra o sistema e as urnas e sai como mártir para sua tropa miliciana. Para mim, esse cenário é super possível.

Ainda mais quando vemos o momento do Bolsonaro: reprovação recorde de 53%, pobreza continuando aumentando, desemprego nas alturas, possibilidade de crise hídrica, crescimento econômico pífio. Cenário é péssimo para ele. Temos ainda a CPI da Covid que se aproxima, cada vez mais, do Bolsonarismo e dos crimes cometidos pelo presidente e pelas pessoas que o cercam. Isso sem contar o inquérito das Fake News no Supremo que espreme os bolsonaristas radicais e também se aproxima dos filhos do presidente, principalmente o Carlos, líder do Gabinete do Ódio. 

Daqui pra frente, das várias, uma: ou Bolsonaro sai da disputa em 2022 e vira mártir; ou ele vai perder feio; ou vai disputar, perder e tentar uma convulsão social; ou ele se livra de tudo isso com um grande acordo nacional com o Supremo e com tudo, relembrando o ex-ministro Romero Jucá (PMDB-RR) em conversa gravada com o empresário Sergio Machado, da Transpetro. E vale lembrar outra frase dele: “Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel… É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional”. Será que a máxima ainda vale?

Na manifestação de semana passada na Av. Paulista, pessoas carregavam placas pedindo a volta de Temer. Segundo a revista IstoÉ, elas receberam R$ 50 cada – mas não disseram por quem tinham sido contratadas.

Esquerda lidera a corrida presidencial no Chile

De uns anos para cá, o Chile foi sacudido por diversas manifestações populares que movimentaram o país. O maior resultado desses protestos foi a criação de uma Assembleia Constituinte para escrever uma nova Carta nacional, além, claro, de uma contínua mobilização da população em relação ao governo de Sebastián Piñera.

Quando tive em Santiago, percebi o quanto os chilenos tem consciência política e no quanto a esquerda é organizada e politizada. Você anda pela cidade e vê pichações políticas em todos os cantos – e dos mais variados temas possíveis. Além disso, há uma vasta literatura sobre a ditadura de Augusto Pinochet e um museu gigantesco sobre Direitos Humanos – parada obrigatória para quem visitar a cidade.

Por lá, coube a juventude comandar os protestos de rua. Foram dezenas e dezenas de mobilizações por vários meses, com muitos presos e feridos. A grande repressão por parte do governo fez com que 200 pessoas perdessem a visão, por exemplo. Não foi simples.

Neste cenário todo, surgiu o nome de um líder estudantil: Gabriel Boric. Nascido em fevereiro de 1986 em Punta Arenas, ele se elegeu deputado pelo 28º distrito da região de Magallanes e da Antártica Chilena. Ele faz parte do Partido Convergência Social, fundado em novembro de 2018, a partir da fusão de quatro movimentos: Movimento Autonomista, Esquerda Libertária, Nova Democracia e Socialismo e Liberdade. Para você entender melhor, o partido se define como de “caráter feminista, socialista, emancipador, contribuindo para a construção de uma vida digna e uma nova relação em relação aos bens comuns e aos povos”. Caso queira conhecer um pouco mais, sugiro acessar a Biblioteca do Congresso Nacional do Chile que tem um pequeno resumo – ou o site oficial do partido.

Gabriel Boric (Reprodução/Facebook)

O grande fato é que o ex-líder estudantil está liderando a corrida presidencial marcada para o final deste ano. A novidade é grande e importante para a esquerda chilena, visto que, nos últimos 15 anos, a única figura capaz formar uma maioria foi a socialista Michelle Bachelet, que governou entre 2006/2010 e 2014/2018. Boric é uma nova cara da esquerda do Chile e que vem sustentado pela juventude que tomou as ruas do país a partir de 2011.

Segundo os dados da pesquisa Pulso Ciudadano (feita entre 7 e 13 de setembro), Boric lidera a disputa com 19,9% dos votos. Depois dele vem Sebastián Sichel com 11,8%, advogado, ex-presidente do Banco do Estado chileno e ex-ministro do governo Piñera. Em terceiro lugar aparece Yasna Provoste, com 9,9% – ex-presidente do Senado chileno, vinculada a Democracia Cristã e ex-ministra dos governos de Michelle Bachelet e Ricardo Lagos. Ela se posiciona na centro-esquerda.

Depois aparece Jose Antonio Kast com 8,7%, advogado e considerado o “Bolsonaro chileno”, segundo o El País. Em 2017, quando concorreu à presidência, Kast chegou a dizer que se o ex-ditador Pinochet tivesse vido, votaria nele. O candidato é o símbolo das posições mais duras e conservadoras da disputa. Ele chegou a dizer que defende com orgulho a obra da ditadura, é contra o aborto e chegou a propor, em 2017, que todas as escolas públicas tivessem um professor de religião. Completou, na época, em seu Twitter: “Os chilenos precisam de Deus, e o Estado deve promover a religião nas escolas”. Para 2021, seu slogan de campanha é “Atrévete, Chile”.

Quase um quarto das pessoas (ou 23,5%) ainda não sabem em quem vão votar.

A pesquisa mostra bem que Boric é o candidato da esquerda e de quem é oposição ao governo Piñera, enquanto Sichel é o escolhido da direita e de quem é partidário ao atual governo.

Boric e Sinchel disputam as classes médias chilenas porque ambos têm os maiores índices nessas faixas. Mas Boric tem três vezes mais presença entre as camadas mais pobres: 18,6% contra 6,1%.

Um problema para Boric é que sua rejeição é maior do que a do seu principal adversário. A pesquisa perguntou: “Para presidente do Chile, em qual candidato você jamais votaria?” e 18,6% apontaram Boric, enquanto 9,5% disseram Sichel. O ponto positivo para ambos é que quase um terço disse que jamais votaria em Kast, da extrema-direita.

A pesquisa ainda mostrou que 31,1% dos chilenos estão “pouco ou nada decididos” dos seus votos. Ou seja: tem muita gente para escolher entre os candidatos.

Quanto menor a renda, maior o número de pessoas que ainda não decidiram.  Há mais velhos do que jovens sem um candidato: 29,6% entre 18 e 30 anos e 34% com 51 anos ou mais. Quase 40% das pessoas sem posição política ainda não definiram o voto – da esquerda, 72% já decidiram. Na direita, 77,7% já escolheram. Entre as pessoas que não sabem/não responderam sobre suas relações político-idelógicas com o atual governo, quase 65% ainda não decidiram.

Ou seja: a disputa está nas pessoas que não são de campos políticos bem definidos. São as pessoas “normais” que não têm ligação direta com os partidos ou com movimentos sociais, por exemplo.

Um ponto positivo para a esquerda chilena é a opinião do chileno sobre o governo de Piñera. Segundo a pesquisa, 70% desaprova. A desaprovação é maior entre os mais pobres, mais velhos e homens. Nas regiões do país, a desaprovação fica bem equilibrada.

Como vimos anteriormente, o que pode decidir são as pessoas sem posição política ou relação ideológica. Entre elas, 70% desaprova o governo. 

Um fato que pode favorecer o Kast, candidato da extrema-direita, é que 66,4% do centro e 53,2% da direita desaprovam o governo Piñera. Essas pessoas vão votar em Sichel, a continuidade? Ou elas vão desembocar numa candidatura mais a direita ainda? A ver.

Conheça os programas de governo dos primeiros colocados na disputa

Gabriel Boric

Sebastián Sichel

Yasna Provoste

José Antonio Kast

Facebook: lista VIP para burlar as leis, ambiente tóxico e passada de pano para pornografia e tráfico de mulheres

O jornal norte-americano The Wall Street Journal lançou uma série de reportagens exclusivas sobre o Facebook que fez as pessoas se indignarem ainda mais com a rede social – e a entender que Mark Zuckerberg e sua turma não estão nem aí para os usuários.

1 – O Facebook diz que suas regras se aplicam para todos os usuários, mas documentos da empresa revelam uma elite secreta que é isenta a essas regulamentações. Cerca de 6 milhões de contas estão livres para postar qualquer tipo de conteúdo, inclusive os que ferem as políticas, sem sofrer sanção. 

2 – A rede social sabe que é tóxica para muitas jovens adolescentes – e é associada a casos de depressão, ansiedade e até suicídio.

3 – A terceira reportagem fala sobre algoritmos. Em 2018, houve uma mudança que pretendia promover mais interação entre os usuários e interromper os sinais de declínio no engajamento. Na época, Mark Zuckerberg disse que o objetivo era fortalecer os laços entre os usuários e melhorar bem-estar deles, promovendo interações entre amigos e familiares. Mas os documentos da empresa mostram que o resultado foi o oposto: as pessoas ficaram mais furiosas e aumentou a disseminação do discurso de ódio.

4 – Dezenas de documentos mostram que funcionários alertaram sobre como as plataformas do Facebook são usadas em países em desenvolvimento. Alguns exemplos foram: traficantes de pessoas no Oriente Médio que usaram o site para atrair mulheres para trabalhos abusivos; grupos armados na Etiópia que incitaram à violência contra as minorias étnicas; venda de órgãos, pornografia e ação do governo contra dissidentes políticos. Segundo os funcionários, em muitos casos, a resposta da empresa é inadequada ou não existe.

🇺🇸 Confederação de Futebol norte-americana confirmou que ofereceu contratos iguais para homens e mulheres (AP)

🇺🇸 🇬🇧 🇦🇺 EUA, Reino Unido e Austrália anunciam aliança estratégica contra a China na região do Indo-Pacífico. Australianos vão substituir seus antiquados submarinos por veículos nucleares com a ajuda de Washington e Londres, em detrimento da tecnologia francesa (El País)

🇨🇦 O que você precisa saber da eleição no Canadá (The New York Times)

🇬🇧 Crianças formam a nova geração de extremistas no Reino Unido (Independent)

🇳🇴 Oposição de centro-esquerda vence as eleições parlamentares na Noruega depois de oito anos da centro-direita no poder. (DW)

🇫🇷 Canal de TV da direita radical faz sucesso na França a um ano da eleição (O Estado de S. Paulo)

🇸🇲 San Marino faz referendo sobre aborto (The Guardian)

🇰🇵 Coreia do Norte diz que testou um novo sistema de mísseis ferroviários para atacar “forças ameaçadoras” (Reuters)

🇦🇫 Mulheres afegãs compartilham imagens de estilos tradicionais e coloridos para protestar contra os códigos de vestimenta do Talibã (Washington Post)

🇱🇧 Novo primeiro-ministro do Líbano busca soluções rápidas para sair da crise econômica (CNN)

🇮🇱 Israel teria usado drone com inteligência artificial para assassinar cientista iraniano (Olhar Digital)

🇩🇿 Argélia enterra ex-presidente Abdelaziz Bouteflika (Al Jazeera)

🇵🇭 Tribunal Penal Internacional autoriza a investigação do presidente filipino Rodrigo Duterte por causa da “guerra às drogas”. (The Guardian)

🇬🇳 Golpe militar em Guiné preocupa potências por causa da produção de bauxita (Reuters)

🇭🇹  Primeiro-ministro do Haiti demite promotor que pediu sua investigação pela morte do presidente (El País)

🇨🇺 Omara Portuondo: “A música de Cuba nunca para de surpreender”. Aos 90 anos, a voz maior da tradição cubana fala dos 25 anos desde a origem do projeto Buena Vista Social Club (O Estado de S.Paulo)

🇦🇷 Javier Milei tem mais de 13% em Buenos Aires na votação das primárias argentinas. O candidato da extrema-direita se qualifica como a terceira força na capital e ganha peso para as eleições presidenciais no país (Infobae)

🇨🇱 Chile vai vacinar crianças entre 6 e 12 anos (La Voz)

🇸🇻 Presidente de El Salvador tira da proposta de reforma constitucional a possibilidade de legalização do aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo (La Republica)

Como uma plataforma de 500 metros quadrados no meio do mar se converteu no menor país do mundo. O Principado de Sealand, fundado por Roy e Joan Bates, tem a sua própria Constituição de 1975 e sua bandeira, hino, moeda e passaporte. (El País)

#MandaDicas

Para além de juízos ou paixões, Lula está entre as maiores figuras políticas da história brasileira. Único presidente do país com origens operárias, e campo magnético de um partido profundamente original em suas raízes, exerceu o poder carismático e a influência de modo mais duradouro que qualquer outro homem público no período republicano, salvo talvez Getúlio Vargas – com quem também compartilha a virulência dos adversários. Desde 2011, Fernando Morais ganhou acesso direto, franco e frequente a Lula. A essas dezenas de horas de depoimentos, somou o faro de repórter e a prosa cativante para compor projeto biográfico que traz um painel do personagem em toda sua grandeza e complexidade. Em narrativa que faz uso de recuos e avanços cronológicos para manter um ritmo eletrizante, neste primeiro volume Morais vai da infância de Lula até o anulamento de suas condenações, em 2021 ― passando pelo novo sindicalismo, as greves do ABC, a fundação do PT e a primeira campanha eleitoral. O livro será lançado em novembro, mas já está em pré-venda. (Texto – Amazon Brasil)
Com a expansão das religiões do segmento evangélico, é cada vez mais comum haver traficantes adeptos das igrejas pentecostais. O exemplo extremo disso é o Complexo de Israel. Situado na zona norte do Rio de Janeiro, o complexo engloba cinco comunidades: Cidade Alta, Vigário Geral, Parada de Lucas, Cinco Bocas e Pica-pau. São cerca de 130 mil moradores. Atualmente, o Complexo de Israel é um território com regras próprias, onde a entrada, a saída e a circulação são controladas pelo traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, líder do Terceiro Comando Puro (TCP), também conhecido com Peixão. Álvaro Malaquias acredita ser ungido por Deus e se autodenomina Aarão. Na esteira desse movimento, pessoas que eram adeptas de outras religiões, principalmente as de matriz africana, têm sido perseguidas. Terreiros de umbanda e candomblé foram proibidos. E babalorixás tiveram de deixar seus terreiros para trás. (Texto – B9)
Vosso Reino, novo suspense político da Netflix, acompanha o candidato a vice presidente Emílio Vázquez Pena (Diego Peretti) que, após o assassinato de seu companheiro de chapa, se torna a principal escolha do partido para concorrer a presidência da Argentina. Embora seja visto por seus seguidores da igreja como um homem respeitável e honesto, o pastor Pena é um homem cruel e corrupto, disposto a fazer qualquer coisa para chegar ao poder. Ao lado de sua companheira Elena (Mercedes Moran), ele irá derrubar quem for preciso para realizar seus objetivos.
(Texto – Adoro Cinema)

Leituras complementares

Prevent Senior ocultou mortes em estudo sobre cloroquina. A pesquisa foi apoiada por Bolsonaro. CPI investiga tratamentos feitos sem autorização ou informação a pacientes e mortes suspeitas não informadas aos familiares. Nove pacientes ‘cobaias’ morreram durante a pesquisa, mas os autores de estudo da empresa só mencionaram duas mortes. (G1)

Família de vítima fala em extermínio em hospital do Amazonas que recebeu experimento com proxalutamida (O Globo)

Doria tem reprovação de 38% no Governo de SP; aprovação é de 24% (Folha de S.Paulo)

Sob Bolsonaro, benefícios a militares e policiais vão custar R$ 27,7 bi até 2022 (O Estado de S. Paulo)

Evangélicos não trocam Bolsonaro por Lula, apesar de aborrecidos com governo (Folha de S.Paulo)

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decide investigar se atos com Bolsonaro no 7 de Setembro foram financiados e por quem (G1)

Governo desembolsou R$ 335 milhões com publicidade contra a Covid (Poder360)

Professores brasileiros têm salário inicial mais baixo entre 40 países, diz OCDE (O Globo)

Economia em 2022: por que expectativas para o Brasil estão piorando rapidamente (BBC)

Estudo aponta meio milhão de tuítes ofensivos à imprensa em três meses no Brasil (Folha de S.Paulo)

Recordista em desigualdade, país estuda alternativas para ajudar os mais pobres. Brasil é o 2º entre 180 países quando o assunto é concentração de renda (Senado brasileiro)

Garantia de acesso à internet poderia elevar renda de mais pobres em 15% (Terra)

Em centenário, Paulo Freire ganha aplausos do mundo e silêncio do governo federal (O Globo)

“O ódio às mulheres tem nome, o ódio às pessoas negras e às pessoas LGBT também tem nomes” (InternetLAB)

Embaixadores estrangeiros tem voz ativa na estratégia do governo Bolsonaro em liberar terras indígenas para a mineração (Observatório da Mineração)

Uma carta de socorro, o fio que desvelou o terror de 34 mulheres em cárcere privado num abrigo do Ceará. Mulher conseguiu entregar bilhete à irmã para denunciar diretor do abrigo por abuso sexual. Ao prendê-lo, polícia descobriu internas de 30 a 91 anos trancafiadas em celas e que jantavam farinha. (El País)

“Improviso com papel higiênico ou paninho”: a realidade de mulheres que não têm dinheiro para comprar absorventes. (Gaúcha Zero Hora)

Zumbis de ferro. Catadores ressuscitam e modificam carros velhos para ganhar a vida (UOL)

Cientistas negros se organizam para aumentar influência nas redes sociais. Tags como #ciêncianegra e #cientistasnegras vêm sendo mais usadas para apontar e debater o racismo no meio científico. (Núcleo Jornalismo)

Facebook está criando um Instagram para crianças abaixo dos 13 anos (BuzzFeed News)

O futuro da música é no vinil (Axios)

Policiais faturam alto com exibição de cenas de operações na internet (Veja)

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Ciro Nogueira (PP-PI), ministro da Casa Civil, cochicha com Arthur Lira (PP-AL), pelas costas do presidente Bolsonaro. Ambos são referências do Centrão. (Foto: Adriano Machado)

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