#108 – Hoje não tem título

🇻🇪 Rompimento total com a Venezuela trouxe prejuízos econômicos e diplomáticos ao Brasil. (O Globo)

🇨🇱 Conheça o eleitor de Boric, candidato da esquerda no 2º turno do Chile.
(Tercera Dosis)

🇨🇱 Antofagasta: a região que votou em Parisi, o candidato à presidência do Chile que vive nos EUA e não pisou no país para fazer campanha. (La Tercera)

🇦🇷 A tensão entre Alberto Fernández e Máximo Kirchner. (Clarín)

🇧🇴 Na Bolívia, a Marcha pela Pátria completa 6ª jornada com forte participação. (TeleSUR)

🇪🇨 Indígenas do Equador prometem protestos diante da falta de respostas do governo sobre suas demandas para abaixar o preço do combustível. (Ambito)

🇵🇪 Quem são os fujimoristas por trás do grupo extremista La Resistencia? (La República)

🇨🇴 Preso no Brasil traficante colombiano procurado pela Interpol há 10 anos (UOL)

🇩🇪 Maconha, aborto e igualdade salarial: o que pode mudar na Alemanha com a nova coalizão de governo? (g1)

🇦🇹 Austríaco morre de Covid-19 após se infectar de propósito para evitar vacina. (Yahoo)

🇨🇿 República Tcheca tem novo primeiro-ministro de centro-direita. Piotr Fiala foi apontado premiê depois de formar coalizão majoritária no Parlamento. (Poder360)

🇨🇭Suíça aprova passaporte sanitário da covid em meio a forte tensões com negacionistas. (IstoÉ Dinheiro)
 🇺🇸 Guerra cultural incendeia escolas dos EUA. Ameaças de morte, insultos e assédio são algumas das reações de pais furiosos contra os conselhos escolares devido aos protocolos sanitários contra a Covid-19 e os novos enfoques de igualdade racial no ensino. (El País)

🇪🇹 Forças do governo etíope controlam Chifra. Há relatos de corpos pelas ruas da região de Afar. (Al Jazeera)

🇰🇬 Quirguistão realiza eleição parlamentar em meio a aumento das tensões. (Al Jazeera)

🇰🇷 Como a Coreia do Sul converteu o sucesso de k-pop e k-drama em diplomacia. (UOL)

#MandaDicas

Poucos dias após a morte de Diego Maradona, uma investigação judicial foi aberta na Argentina. As autoridades buscam saber se houve negligência por parte de algumas pessoas que cuidavam do craque argentino nos seus últimos meses. Afinal, o que aconteceu para que a vida de um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos terminasse assim, naquele 25 de novembro de 2020? Nesse podcast Original Spotify, o veterano jornalista esportivo Juca Kfouri vai te guiar atrás de respostas. Com mensagens de áudio do processo judicial e entrevistas exclusivas, essa reportagem investigativa reconstrói os meses finais do ex-jogador, dentro e fora de campo. Esse é um podcast original Spotify, produzido pela Adonde Media. (Texto – Spotify)
A melhor amiga da vida não está mais aqui. Na verdade, faz cinco anos. Tanto é que os pais de Andrea convidaram Emilia a voltar à Esquel, na Patagônia, para a cerimônia de espargimento das cinzas. Sair de Buenos Aires, em pleno e tórrido verão da capital, parece fácil: seu relacionamento com Manuel está bom, pero no mucho, e para completar, Emi e seu irmão – que vivem juntos – acabaram de descobrir que tem um rato (ou uma família deles) vivendo em sua cozinha. No entanto, viajar para sua cidade natal, onde estão todas as memórias da infância e juventude, e onde é preciso encarar famílias que ficaram e também novas famílias que se formaram, parece ainda mais difícil. Como não se deixar afetar pelo ex-namorado? Pelas colegas de escola que continuam (as mesmas) lá? Como não se emocionar com quartos antigos, roupas, cds, videocassetes e fotos, quando em tudo parece ter sobrado muito… de si e da melhor amizade que se podia ter? Narrado em segunda pessoa e em um tom de oralidade e intimidade, como merecem as promessas de amor eterno, Agosto parece estar entre uma extensa carta endereçada à amiga morta, um diário de viagem, e também a finalização de um longínquo processo de luto. Distante espacialmente da cidade onde vive e temporalmente dos anos 1990 em que viveu intensamente a adolescência, a narradora se vê sem pertencimento e o leitor é convidado a ser olhos, ouvidos e seu ombro-amigo. (Texto – Travessa)
Publicado originalmente em 1948, O Amigo Perdido é a obra-prima de Hella Haasse, chamada de “a grande dama” da literatura holandesa. O livro, que se tornou um dos romances holandeses mais conhecidos no mundo e um elemento básico da educação literária do país, é lançado no Brasil com tradução direta do holandês. Narrado em primeira pessoa, o romance se passa nas Índias Orientais Holandesas (atual Indonésia) e conta em primeira pessoa a história de um menino criado numa plantação colonial. Seu amigo de infância, Urug, é um rapaz de mesma idade, mas de ascendência nativa. À medida em que o narrador cresce, as circunstâncias políticas e raciais da vida colonial, além da guerra, trarão novas dinâmicas a essa amizade. O personagem principal é filho de holandeses que administram uma fazenda na colônia. Apesar dos laços de sangue com a Holanda, o personagem cresce em meio a comunidade colonial, aprende a língua e costumes nativos, no que é repreendido pelo pai, que deseja que ele tenha uma educação europeia. É justamente, Urug quem personifica a colônia. Exprimindo sua admiração pelo amigo, o personagem busca, na infância, não ver as diferenças que a sociedade coloca entre eles. Busca integrar-se. Porém, numa festa, os pais holandeses e seus amigos decidem mergulhar num lago sagrado, à noite, uma cratera aberta por um meteoro e cheia de água, posta na selva. Quem os guia é o pai de Urug. Um acidente, contudo, muda tudo. (Texto – Travessa)
Saiu na semana passada o Los años salvajes, o novo disco do argentino Fito Páez, para mim, um dos maiores gênios que habitam essa terra. A novidade foi gravada durante a pandemia e nada mais é do que um disco de rock – o clássico do rock argentino. Sugiro que todos ouçam essa preciosidade argentina e leiam essa resenha feita pelo jornal argentino Clarín.

Leituras complementares

O presidente Lula está de volta. Ele pode levar o país junto? (The New York Times)
 Estudo mostra como Bolsonaro persegue servidores públicos. As autoras entrevistaram 125 servidores públicos para entender como o presidente Jair Bolsonaro atua contra quem discorda dele. (Metrópoles)

Bolsonaro prepara fuga em 2022. (O Globo)
 Mulher é detida depois de xingar presidente Jair Bolsonaro em Resende. (g1)

Doria faz aceno para Moro um dia após ser escolhido candidato do PSDB à Presidência. (O Globo)

Sara Winter: “Quando Lula e Dilma eram presidentes, eu podia gritar”. (UOL)
 Pesquisadores veem elo entre surto de sarna e uso de ivermectina. (Folha de S.Paulo)

Ômicron tem sintomas leves até agora, diz médica que descobriu a variante da Covid-19. (BBC)

53% das 649 prefeitas eleitas em 2016 declararam ter sofrido assédio ou violência política pelo simples fato de serem mulher. (Folha de S.Paulo)Sem vacinas, países pobres expõem fracasso da resposta global contra Covid-19. (UOL)

Google e Amazon anunciam em sites citados por CPI da Covid como propagadores de fake news. (Agência Pública)
 Pretas e pobres, prostitutas se arriscam em meio à pandemia. (Agência Mural)

1ª mulher trans a ser madrinha do Carnaval do Rio: ‘Abre portas para nós’. (UOL)

Militar trans ganha o direito de voltar a antigo posto na Marinha seis anos após ter sido afastada por transição de gênero. (O Globo)

‘Muitas mulheres morrem sem confessar que se arrependeram de ter filhos’. (BBC Brasil)

Garimpo na Amazônia: o que está por trás da invasão do rio Madeira. (BBC Brasil)

No Facebook, poucos usuários concentram muito engajamento. E isso é um problema. (Núcleo Jornalismo)

Por que precisamos banir as ‘terapias de reversão sexual’. (Folha de S.Paulo)

Pressionado após COP26, Brasil está atrás até dos vizinhos no mercado de carbono.
(O Estado de S. Paulo)

44% dos jovens se baseiam nas redes sociais para investir. (Folha de S.Paulo)

Levantando a tampa do bueiro: de onde saiu a nova leva de neonazistas brasileiros. Especialistas relatam que atual governo reforça histórico de adesão ao fascismo existente no país. Capital paulista teve novos episódios de violência e palavras de ordem nazistas na última semana. (Ponte Jornalismo)

#GráficosDaSemana

Vale pensar o que estava acontecendo em 2015 e 2016 e o que aconteceu em 2018.
Gráfico de casos de Covid-19 na África do Sul. Já podemos ver o começo
da subida da quarta onda no país, resultado da nova variante descoberta nos últimos dias.

#PrintsBolsonaristas

Tem um Twitter que eu amo que se chama @printsminions. Nada mais é do que uma curadoria de prints ditos pelos bolsonaristas em seus grupos de Telegram. Gosto muito de ver para sair da minha bolha e perceber o quão alucinada as pessoas são e estão. Acho importante a gente ter essa ideia do que está acontecendo por ai.