Pedro Chavedar

Pedro Chavedar é formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, aos 27 anos, ele trabalha na agência de publicidade DM9DDB, em São Paulo, além de ser um dos idealizadores e integrantes do coletivo “Everyday Mogi”.

No início da carreira, Pedro trabalhava em uma revista de Mogi das Cruzes, onde produzia reportagens. Ficou lá por mais de um ano, mas em fevereiro de 2011 – mesmo ano em que foi morar na Capital – começou a atuar na agência em que está até hoje. A admiração do mogiano pelos fotógrafos da ficção já existia há um tempo, mas ele nunca imaginou que seguiria a profissão. Foi na faculdade que, após ter aulas com os professores Erivam, Ari e Simonetta, o sentimento pelas fotos foi realmente despertado.

De início, Pedro fotografava shows underground. Em 2013, porém, as coisas começaram ser levadas mais a sério. Com o acontecimento de diversas manifestações políticas em São Paulo, o jornalista acompanhava de perto os eventos e considera que aquele foi o ano em que aconteceu a virada na sua vida e carreira. Hoje, ele tem no currículo imagens de sua autoria publicada em diversos veículos de comunicação, como O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, Yahoo, IG, G1, Catraca Livre, Fórum, Brasil de Fato e VICE, para o qual também chegou a escrever reportagens.

Foi em um workshop, enquanto conversava com o fotógrafo Érico Hiller, da National Geographic, que Pedro começou a debater o conceito “everyday”, que consiste em coletivos mundiais que contam o cotidiano das ruas de vários locais do mundo. Pensando nisso e na falta de acervo fotográfico do Município, resolveu unir alguns fotógrafos daqui para mostrar aos mogianos, e também ao mundo, tudo o que a Cidade tem a oferecer. Foi assim, que em setembro de 2014 surgiu o Everyday Mogi.

O grupo independente, que além de Pedro conta com as imagens de Alex Tavares, Warley Leite, Nicholas Modesto e Guilherme Silva, mostra aos mogianos as coisas, os lugares, as pessoas e tudo o que a Cidade tem a oferecer e que muitas vezes estão escondidos. Eles não deixam de retratar eventos importantes, como a Festa do Divino, o basquete, o futebol de várzea, eleições e manifestações políticas, por exemplo. O coletivo realiza ainda uma saída fotográfica semestral, onde um grupo vai fotografando pelas ruas de Mogi.

Para o futuro do Everyday Mogi eles programam uma exposição bem completa, um fotolivro, organizar workshops e um Festival de Fotografia e ainda criar uma agência de produção fotográfica. Pessoalmente Pedro sonha em cobrir conflitos, ir fotografar uma área em guerra ou com grandes problemas humanitários. Pensa também em escrever um livro jornalístico e elaborar um livro com as fotografias de sua autoria.

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