#laraflix em “O Sol também é uma estrela”

Dia dos Namoradxs está aí, mas mesmo que você seja solteiro, você pode aproveitar essa dica de filme. Para quem for passar esse dia juntinho, ajeita o sofá, o puff, a cama, combina quem faz a pipoca e quem lava a louça. Para quem não for passar junto (EU!) dá pra fazer algo especial mesmo separado: cada um faz um rango, chama no vídeo e é sucesso.

Um dia desses estava passando pelos canais na TV e me deparei com o título “O sol também é uma estrela”. Achei que poderia ser algo da Discovery Channel, mas era Telecine. O título me chamou atenção e decidi assistir.

O filme se desenrola em grande parte ao longo de 24 horas, com o encontro de duas pessoas completamente diferentes. Charles Melton interpreta Daniel Bae, um jovem estudante muito romântico, com o sonho de ser poeta e que acredita no destino e no amor. Yara Shahidi interpreta Natasha Kingsley, aspirante a cientista que pensa que o amor é apenas algo que os humanos inventaram para dar sentido a seus impulsos hormonais. Para provar que ela está errada, Daniel sugere que eles tentem a fórmula “36 perguntas que levam ao amor”, popularizada por um artigo do New York Times de 2015. Se ele pode fazê-la se apaixonar por ele, eles terão provas científicas de que o amor é real.

Natasha embarca na empolgação de Daniel e topa passar o dia com ele, mesmo não tendo tempo suficiente, pois está desesperada tentando fazer um último apelo para interromper uma ordem de deportação para sua família. Eles são obrigados a retornar à Jamaica no dia seguinte, depois de nove anos nos EUA.

O romance dirigido por Ry Russo-Young, conta com cenas tranquilas, caminhadas por Nova York e uma trilha sonora de apoio muito bem feita. Tem a narração dos personagens que se aprofundam em suas raízes pessoais e culturais. Natasha reflete sobre o que significa ser americana e compartilha tangentes sobre Carl Sagan e multiversos. Daniel explica como seus pais decidiram misturar tradições coreanas e americanas ao nomear seus dois filhos.

“O Sol Também é uma estrela” é fofo, com pitadas de dor e angústia. Se Natasha foi deportada ou não, aí terão que assistir! Mas adianto que não é uma história triste; é para aquecer o coraçãozinho.

O filme de 2019 é uma adaptação do livro escrito pela autora Nicola Yoon.

Confira abaixo onde assistir:

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